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Porto Alegre, sábado, 30 de setembro de 2017. Atualizado às 12h01.

Jornal do Comércio

Economia

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negócios corporativos

Alterada em 30/09 às 12h04min

PDG apresenta novo plano de recuperação e pede convocação de assembleia

A incorporadora PDG Realty, que atravessa recuperação judicial, com dívida de R$ 5,75 bilhões, apresentou ontem à noite seu plano reformulado para equalização dos passivos com 23 mil credores. Na mesma ocasião, a companhia encaminhou à 1ª Vara de Falências e Recuperações de São Paulo solicitação para que o administrador judicial convoque a assembleia geral de credores para apreciação do plano.
"A elaboração do plano reflete ajustes que resultaram de tratativas mantidas entre o Grupo PDG e seus credores ao longo das últimas semanas", afirma a companhia em comunicado.
O plano reformulado da incorporadora estabelece novas condições para pagamento das suas dívidas, embora mantenha as principais diretrizes já divulgadas na versão anterior, de junho.
A estratégia para a recuperação da empresa será baseada em pilares como a conclusão dos 19 canteiros de obras em andamento, a venda de ativos e a redução das operações, bem como da quantidade de funcionários visando a cortes de despesas fixas.
A companhia ainda prevê a captação de novos recursos, bem como a exploração de terrenos de seu estoque com potencial para o lançamento de novos projetos imobiliários lucrativos.
Em relação à reestruturação dos passivos, o foco são as dívidas concursais (inseridas dentro do processo de recuperação judicial). Por sua vez, as dívidas extraconcursais não se submetem aos efeitos do plano apresentado, embora possam ser conduzidas via acordos bilaterais.
"Embora em um primeiro momento as prioridades sejam a conclusão dos empreendimentos em construção, venda de estoque e equalização do passivo, o plano também considera premissas de continuidade das atividades do Grupo PDG por meio da exploração de novos projetos", informa a companhia.
Para a exploração de novos projetos, o Grupo PDG buscará obter acordo com determinados credores com garantia real que detêm direitos reais sobre terrenos hipotecados com perspectivas de exploração rentável, de forma a viabilizar a exploração de novos empreendimentos sobre esses imóveis.
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