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Porto Alegre, quarta-feira, 13 de setembro de 2017. Atualizado às 17h13.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 13/09 às 17h14min

Petróleo fecha em alta, digerindo relatórios da AIE e do DoE

Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta nesta quarta-feira, no terceiro ganho diário consecutivo, impulsionados pelo relatório mensal da Agência Internacional de Energia (AIE) que mostrou queda na produção global da commodity em agosto, pela primeira vez em quatro meses.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para outubro fechou em alta de 2,22%, a US$ 49,30 por barril. Já na Intercontinental Exchange (ICE), o barril do petróleo tipo Brent para novembro avançou 1,64%, a US$ 55,16. Com isso, o WTI fechou no maior nível em cinco semanas e o Brent atingiu o maior patamar desde abril.
No começo desta quarta-feira, a AIE informou que a oferta global de petróleo caiu 720 mil barris por dia em agosto, em razão da passagem do furacão Harvey pelo Texas, de uma queda na produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e de operações de manutenção típicas do verão no Hemisfério Norte. Para o diretor de pesquisa de commodities da ClipperData, Matt Smith, os preços do Brent estão subido mais "em sinais de demanda forte, como mostrou o relatório da AIE. Já o WTI está atrasado devido ao impacto do furacão Harvey na atividade de refino".
Também foi visto o relatório semanal de estoques do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) dos Estados Unidos. O documento mostrou uma alta de 5,9 milhões de barris no volume estocado de petróleo bruto, abaixo da previsão de aumento de 10,1 milhões de barris da S&P Global Platts. Na terça-feira, o American Petroleum Institute (API)m informou um aumento de 6,2 milhões de barris. Apesar disso, o DoE informou que a produção da commodity saltou para 9,353 milhões de barris por dia.
Os números mostram que a "influência disruptiva do Harvey continua", disse Smith. O analista sênior da Price Futures Group, Phil Flynn, foi na mesma linha, ao afirmar que a queda semanal nos estoques de gasolina foi a maior da história.
Também estiveram no radar do mercado relatos de que a Nigéria teria concordado em limitar sua produção de petróleo caso pudesse atingir 1,8 milhão de barris por dia pelos próximos seis meses. Além disso, o Irã e a Venezuela teriam recebido bem qualquer iniciativa para estabilizar o mercado de petróleo, de acordo com o ministro do Petróleo do Irã, Bijan Namdar Zanganeh. A Arábia Saudita já afirmou anteriormente que poderia requisitar uma nova extensão no acordo de redução da oferta da Opep.
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