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Porto Alegre, quarta-feira, 13 de setembro de 2017. Atualizado às 08h33.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 13/09 às 08h36min

Cobre opera em queda em reação a aumento nos estoques

O cobre opera em baixa nesta quarta-feira (13), diante de uma elevação nos estoques do metal. Além disso, investidores mostram-se mais cautelosos, após meses de ganhos nesse mercado.
O cobre para três meses caía 1,5%, a US$ 6.572 a tonelada, na London Metal Exchange (LME), às 7h50min (de Brasília). O cobre para dezembro tinha baixa de 1,55%, a US$ 2,9890 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), às 8h08min.
O dólar estava perto da estabilidade nesta manhã em relação a uma cesta de moedas fortes. Um dos principais impulsos dos ganhos recentes do metal foi a queda da divisa americana frente ao yuan, o que torna os metais básicos na prática mais baratos para os investidores chineses. Agora, porém, o Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) tem revertido uma série de medidas adotadas para apoiar a moeda e a tendência recente de recuo do dólar pode ter atingido seu fim.
"O governo chinês interveio para interromper o rali do yuan ante o dólar e isso tirou um pouco do impulso do cobre", afirmou Ole Hansen, diretor de estratégia de commodities do Saxo Bank. Segundo ele, não se vê tanto cobre indo para a China por causa da queda na demanda especulativa chinesa.
A queda na demanda já estava aparente nos dados de estoques monitorados pela LME. Esses estoques de cobre aumentaram 10.300 toneladas na segunda-feira, uma alta de 4,9% ante a sexta-feira, de acordo com nota do ING.
A queda no cobre reflete a avaliação de analistas nas últimas semanas de que o metal havia se valorizado demais e superado a realidade do equilíbrio entre oferta e demanda.
"Parece que é como se os metais começassem a cair virtualmente no momento em que perderam o apoio dos investidores financeiros especulativos", afirmou em nota o Commerzbank. "Isso mostra que os preços tornaram-se descolados dos dados do fundamento e que a alta dele foi exagerada."
Investidores ainda aguardam dados de oferta monetária e crédito na China. Além disso, nesta quinta-feira o país divulga números da produção industrial.
Entre outros metais básicos negociados na LME, o zinco recuava 0,44%, a US$ 3.049,50 a tonelada, o alumínio caía 0,68%, a US$ 2.126,50 a tonelada, o estanho subia 0,10%, a US$ 20.695 a tonelada, o níquel tinha baixa de 2,35%, a US$ 11.635 a tonelada, e o chumbo caía 0,48%, a US$ 2.299 a tonelada.
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