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Porto Alegre, terça-feira, 12 de setembro de 2017. Atualizado às 11h01.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

12/09/2017 - 09h55min. Alterada em 12/09 às 11h03min

Banco Central indica corte menor de juros e fim gradual do ciclo de reduções

Agência Brasil
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) deve reduzir o ritmo de cortes na taxa básica, a Selic, e já antevê o fim do ciclo de redução dos juros. A indicação consta da ata da última reunião do Copom, divulgada nesta terça-feira (12).
No último dia 6, o Copom reduziu a Selic pela oitava vez seguida. Por unanimidade, o comitê fez mais um corte de 1 ponto percentual, de 9,25% ao ano para 8,25% ao ano.
"O Copom ressalta que as condições econômicas permitiram a manutenção do ritmo de flexibilização monetária nesta reunião. Para a próxima reunião, caso o cenário básico evolua conforme o esperado, e em razão do estágio do ciclo de flexibilização, o comitê vê, neste momento, como adequada uma redução moderada na magnitude de flexibilização monetária", diz o Copom. Acrescenta que "antevê encerramento gradual do ciclo".
Na ata, o comitê avalia que a queda nos preços de alimentos e da inflação de bens industriais pode produzir uma trajetória de inflação abaixo do esperado. Por outro lado, acrescenta o Copom, uma frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas e dos ajustes necessários na economia brasileira pode elevar a trajetória.
O comitê lembra que a projeção do mercado para a inflação está em 3,4% este ano e em 4,2%, em 2018.
"Todos os membros do comitê voltaram a enfatizar que a aprovação e implementação das reformas, notadamente as de natureza fiscal, e de ajustes na economia brasileira são fundamentais para a sustentabilidade do ambiente com inflação baixa e estável, para o funcionamento pleno da política monetária [decisões sobre a Selic] e para a redução da taxa de juros estrutural da economia, com amplos benefícios para a sociedade", diz o documento.
O comitê destacou ainda os recentes anúncios de privatização e concessões e investimentos em infraestrutura que visam ao aumento de produtividade, ganhos de eficiência, maior flexibilidade da economia e melhoria do ambiente de negócios. "Esses esforços são fundamentais para a retomada da atividade econômica e da trajetória de desenvolvimento da economia brasileira", enfatizou.
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