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Porto Alegre, quinta-feira, 28 de setembro de 2017. Atualizado às 00h20.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 28/09/2017. Alterada em 27/09 às 21h10min

Frente da vitivinicultura

Frente Parlamentar da Vitivinicultura

Frente Parlamentar da Vitivinicultura


GABRIEL MUNHOZ/DIVULGAÇÃO/JC
O deputado federal gaúcho Afonso Hamm (PP), produtor de uvas há 18 anos, em Bagé, assumiu, nesta quarta-feira, a presidência da Frente Parlamentar em apoio à Vitivinicultura. Uma reunião-almoço (foto) - com a presença de parlamentares; do governador José Ivo Sartori (PMDB); do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ); dirigentes do setor vitivinícola, como Dirceu Scottá, do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin); do presidente do Sindicato da Indústria do Vinho (Sindivinho), Benildo Perini; entre outras lideranças - marcou a posse da nova gestão. O presidente anterior era o deputado federal gaúcho Mauro Pereira (PMDB).
Capacidade competitiva
Segundo o novo presidente, o grande desafio da Frente da Vitivinicultura é dar capacidade competitiva ao setor para enfrentar a concorrência dos importados e facilitar as condições de acesso ao consumidor brasileiro. "Para a capacidade competitiva, nós temos que atuar forte na questão da carga tributária e dar condições para o produtor modernizar sua indústria e fazer investimentos em tecnologia. Vamos procurar trabalhar a potencialização de toda a cadeia produtiva, que abrange mais de 20 polos no País."
Lei do Vinho
O Ibravin vai apresentar sugestões, entre elas, a Lei do Vinho. Em carta, propõe a modernização da Lei Nacional do Vinho, que trata da produção e circulação. Afonso Hamm anunciou que acertou com o presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Vinicius Lummertz, e com o Ministério do Turismo um evento com os embaixadores de diversos países para promover a conhecerem o vinho brasileiro. "Faremos, em Brasília, um grande encontro ainda neste ano."
Bento Gonçalves
Hamm anunciou também que outra ação será uma reunião, em Bento Gonçalves, dia 18 de outubro, na qual "estaremos com os técnicos da Receita, que estão tratando a regulamentação da inclusão, a partir de janeiro, dos vinhos e espumantes no Simples". Com isso, afirmou, "esperamos uma redução de carga tributária para aqueles que são enquadrados no faturamento que vai até R$ 4 milhões e R$ 800 mil. Vamos trabalhar nesta regulamentação para que, de fato, haja um benefício de redução burocrática e de carga tributária para as vinícolas menores". Neste encontro, "nós vamos ampliar as conversas, pois foram incluídas as cervejas artesanais e a cachaça, todos dentro deste guarda-chuva".
Apoio do Sebrae
O presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Guilherme Afif, e Bruno Oliva Peroni, do Sebrae do Rio Grande do Sul, participarão da reunião na Serra Gaúcha. "A entidade ajuda muito na busca da inclusão dos vinhos no Simples", enfatizou Afonso Hamm. As negociações começam com "essa rodada lá em Bento, e depois daremos continuidade. Vamos fazer esse acompanhamento para contemplar o que o setor deseja dentro do Simples". Segundo o deputado, outra grande bandeira é atuar na redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) do vinho.
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