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Porto Alegre, quarta-feira, 30 de agosto de 2017. Atualizado às 15h42.

Jornal do Comércio

Política

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Internacional

Alterada em 30/08 às 15h43min

Coreia do Norte ignora protestos e garante novos mísseis sobre o Japão

Kim Jong-un classificou disparo de segunda-feira como um 'prelúdio' do que pode acontecer

Kim Jong-un classificou disparo de segunda-feira como um 'prelúdio' do que pode acontecer


KCNA/AFP/ARQUIVO/JC
Agência Folhapress
O ditador Kim Jong-un afirmou nesta quarta-feira (30) que a Coreia do Norte irá realizar novos lançamentos de mísseis sobre o Japão. O líder norte-coreano ignorou as manifestações contrárias e classificou o disparo desta segunda (28) como um 'prelúdio' do que virá a acontecer.
O projétil que sobrevoou o norte do Japão e caiu no oceano Pacífico acentuou ainda mais a crise em torno no país oriental. Há cerca de um mês, Pyongyang realizou dois testes com mísseis balísticos intercontinentais (ICBM) com potencial para alcançar parte do continente americano. À época, o ditador Kim Jong-un expressou "grande satisfação" segundo a KCNA (agência de notícias estatal), enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump ameaçou retaliações com "fogo e fúria".
Na terça-feira (29), Trump adotou leve tom diplomático ao sobrevoar o espaço aéreo dos aliados japoneses dizendo que "todas as opções estão sobre a mesa". Um dia depois, diante da nova ameaça de Kim Jong-un, Trump afirmou que "conversar não é a resposta" para resolver a crise com o país asiático.
O premiê japonês, Shinzo Abe, classificou o disparo mais recente como "uma ameaça grave sem precedentes". Ele cobrou da ONU (Organização das Nações Unidas) que ampliasse os mecanismos de pressão sobre o ditador Kim Jong-un para que a Coreia do Norte suspenda seu programa militar.
O Conselho de Segurança da ONU, que aprovou sanções econômicas aos norte-coreanos no início de agosto, convocou reunião de emergência logo após o último teste. A iniciativa de Pyongyang foi condenada por unanimidade pelos líderes das Nações Unidas, incluindo os governos de China e Rússia, aliados de Kim Jong-un.
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