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Porto Alegre, terça-feira, 08 de agosto de 2017. Atualizado às 23h48.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 09/08/2017. Alterada em 08/08 às 21h27min

O poço que não tem fundo

Paulo Vellinho
Esse é o meu credo, pois o verdadeiro não é o que conhecemos, mas sim aquele oculto revelado a partir do mensalão, Operação Lava Jato e das delações premiadas, que foi quando nos foi mostrada a face podre do poder que nos comanda. Não fossem as revelações dos fatos recentes que registramos, continuaríamos a acreditar nos bons propósitos de nossos governantes.
Amarga desilusão: esses senhores não têm ideologia política, mas sim uma única preocupação: como apátridas buscam permanentemente comandar o País focando seus objetivos, a manutenção do poder e alimentar a máfia da corrupção de ambição infinita, sempre tendo em mente que os fins justificam os meios e assim vêm "atropelando" os verdadeiros objetivos da sociedade brasileira: construir uma sociedade mais justa sem as desigualdades que caracterizam o modelo que estamos vivenciando.
Não sabíamos da verdade, ou seja, que esta "casta bastarda" não estava preocupada com o bem-estar da sociedade, mas simplesmente usá-la para conseguir "servir-se sem servir" para realizar seus vis objetivos.
A tristeza e o desencanto causado pela decepção ao conhecer a verdade é que os males causados pelos maus políticos estão nos condenando a andar de costas para o desenvolvimento, regredindo ao invés de progredir, esgotando impiedosamente as riquezas da nação ao ponto de chegarmos a situação de hoje, quando a incompetência e os mal feitos dos corruptos jogaram para o infinito a correção do estado falimentar que herdamos dos atuais detentores dos poderes constitucionais.
Hoje, os únicos que ainda sobrevivem são os autores da tragédia que causaram à sociedade brasileira, à qual até os integrantes da nomenklatura também sucumbirão.
Empresário
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