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Porto Alegre, quinta-feira, 10 de agosto de 2017. Atualizado às 00h18.

Jornal do Comércio

Internacional

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Venezuela

Notícia da edição impressa de 10/08/2017. Alterada em 09/08 às 20h27min

Maduro quer diálogo com países contrários ao regime

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pediu, na noite de terça-feira, um "diálogo regional" que inclua países da América que acusam seu governo de ruptura democrática e não reconhecem a instalação da Assembleia Constituinte. Maduro fez a sugestão em Caracas, em reunião de ministros das Relações Exteriores da Aliança Bolivariana dos Povos da América (Alba), grupo de governos aliados do regime venezuelano que inclui Bolívia, Nicarágua e Equador, segundo o jornal El Universal.
Doze países da região decidiram adotar um conjunto de medidas para explicitar sua condenação aos atos recentes do governo Maduro. Os chanceleres de Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai e Peru afirmaram não reconhecer a Assembleia Constituinte e reafirmaram seu apoio à Assembleia Nacional, controlada pelos oposicionistas. A Assembleia Constituinte, por sua vez, aprovou ontem um decreto no qual se declara superior a todas as outras formas de poder no país.
Ontem, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou sanções contra oito cidadãos da Venezuela acusados de prejudicar a democracia no país por apoiarem a implantação da Constituinte. Um dos alvos das restrições é Adan Coromoto Chávez Frias, irmão do ex-presidente Hugo Chávez (1954-2013), que foi eleito parlamentar constituinte no final de julho. As determinações do Departamento do Tesouro consistem no congelamento de ativos sob jurisdição dos EUA, bem como a proibição de negócios com eles.
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