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Porto Alegre, quarta-feira, 09 de agosto de 2017. Atualizado às 10h48.

Jornal do Comércio

Internacional

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frança

Alterada em 09/08 às 10h51min

Polícia na França prende suspeito de atropelar soldados em ataque

Autoridades da França prenderam nesta quarta-feira um homem suspeito de lançar um carro contra um grupo de soldados em um subúrbio da capital francesa, disseram policiais. A notícia potencialmente acaba com a caçada, no caso tratado por promotores como um ato de terrorismo.
O homem foi detido em uma rodovia ao norte de Paris, após a polícia localizar e perseguir o carro usado no ataque nesta manhã, segundo um oficial da polícia. O suspeito tentou fugir e foi baleado durante a prisão, mas está vivo, acrescentou a fonte.
No ataque, uma pessoa ao volante de uma BMW esperou perto de um quartel local e realizou uma emboscada, por volta das 8h (hora local). O ataque ocorreu quando cerca de dez soldados andavam rumo a seus veículos para começar sua patrulha, disse Patrick Balkany, prefeito local do subúrbio de Levallois-Perret. O motorista acelerou para lançar o carro contra os policiais, segundo o ministro do Interior francês, Gerard Collomb. "Nós sabemos que foi um ato deliberado, não foi um acidente", disse a autoridade na televisão francesa.
Três soldados foram feridos com gravidade, mas nenhum deles corria risco de vida, segundo a ministra da Defesa, Florence Parly. Mais tarde, ela disse que o prognóstico médico para os três havia melhorado.
Os promotores de Paris tratam o ataque como um ato de terrorismo, de acordo uma porta-voz da promotoria. O presidente francês, Emmanuel Macron, acompanha o assunto de perto, segundo seu porta-voz.
Palco do ataque, Levallois-Perret é um subúrbio rico de mais de 65 mil habitantes e também é sede da agência de inteligência doméstica francesa, a DGSI. A França sofre com uma série de ataques recentes, entre eles o de novembro de 2015 reivindicado pelo Estado Islâmico e que matou 130 pessoas em Paris, além de um outro em Nice no Dia da Bastilha que matou 86 pessoas em julho de 2016. O governo francês já decretou estado de emergência, mas o reforço na segurança não interrompeu os ataques de tempos em tempos. 
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