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Porto Alegre, segunda-feira, 28 de agosto de 2017. Atualizado às 09h13.

Jornal do Comércio

Economia

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construção civil

28/08/2017 - 09h14min. Alterada em 28/08 às 09h17min

Custo da construção acelera e fica em 0,40% em agosto, diz FGV

Em Porto Alegre, índice acelerou para 1,30%

Em Porto Alegre, índice acelerou para 1,30%


EDUARDO SEIDL/ARQUIVO/JC
O Índice Nacional de Custo da Construção - Mercado (INCC-M) acelerou entre julho e agosto, saindo de alta de 0,22% para elevação de 0,40%, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira (28). O indicador que mede a variação em Materiais, Equipamentos e Serviços também subiu para 0,20%, de 0,03% no mês anterior, assim como índice relativo à Mão de Obra, que passou de 0,37% para 0,56% neste mês.
Das sete capitais analisadas, cinco registraram aceleração no período: Belo Horizonte (0,00% para 0,21%), Recife (-0,06% para 0,29%), Rio de Janeiro (0,53% para 2,18%), Porto Alegre (1,12% para 1,30%) e São Paulo (0,02% para 0,05%). Por outro lado, apresentaram arrefecimento em agosto ante julho as cidades de Salvador (0,02% para -0,06%) e Brasília (0,37% para -0,09%).
O avanço do INCC-M foi influenciado tanto pela aceleração em Materiais, Equipamentos e Serviços (0,03% para 0,20%) quanto pela parcela que mede os reajustes em Mão de Obra (0,37% para 0,56%) devido aos reajustes salariais no Rio de Janeiro e em Porto Alegre.
Na parte referente a Materiais, Equipamentos e Serviços, a maior pressão foi exercida por Materiais e Equipamentos (0,03% para 0,22%), no qual o destaque, segundo a FGV, foi de materiais para acabamento (0,16% para 0,37%).
O subgrupo relativo às variações de Serviços também contribuiu para a aceleração do indicador ao passar de elevação de 0,06% em julho para 0,10% em agosto, com a principal influência de aluguel de máquinas e equipamentos, cuja taxa passou de -0,09% para 0,14%.
Entre as principais influências individuais de alta no INCC-M de agosto estão ajudante especializado (0,26% para 0,68%), servente (mesmo com o leve alívio de 0,58% para 0,57%), massa de concreto (0,69% para 1,69%), pedreiro (0,42% para 0,57%) e carpinteiro (forma, esquadria e telhado) (0,39% para 0,51%).
Já as principais influências de baixa foram cimento portland comum (-0,72% para -1,92%), argamassa (0,42% para -1,09%), ferragens para esquadrias (apesar da deflação menor, de -1,23% para -0,55%), tijolo/telha cerâmica (0,73% para -0,21%) e elevador (a despeito da taxa maior, de -0,88% para -0,11%).
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