Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 17 de agosto de 2017. Atualizado às 18h28.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

O FUTURO DA TERRA

Notícia da edição impressa de 17/08/2017. Alterada em 17/08 às 18h34min

Pesquisador desenvolve cultivares para melhorar a qualidade do arroz

Antonio de Rosso faz pesquisas para obtenção de maior produtividade

Antonio de Rosso faz pesquisas para obtenção de maior produtividade


ARQUIVO PESSOAL/DIVULGAÇÃO/JC
Rica em hidratos de carbono e responsável por alimentar mais da metade da população mundial, o arroz entrou na vida do pesquisador Antônio Folgiarini de Rosso, há 33 anos. Durante este período, desenvolveu novas cultivares de grãos irrigados, entre elas três com registro no Instituto Rio-Grandense do Arroz (Irga).
Com cerca de 60 trabalhos publicados, Rosso pesquisa técnicas para melhorar a qualidade do grão desde que ingressou no Instituto Rio-Grandense do Arroz (Irga). De volta ao Estado, depois um período dando assistência a produtores assentados nos projetos de irrigação do Baixo São Francisco, em Alagoas, Rosso segue integrado à equipe de melhoramento do Irga, grupo que desenvolve novas cultivares de arroz irrigado adaptadas aos cultivos pré-germinado resistentes ao frio e a patologias.
O Irga conta com três equipes que cuidam de cada linha de pesquisa. Além da parte de melhoramento, há a de manejo, que trata da adubação, do controle de insetos, das ervas daninhas e da produção de sementes. No setor de melhoramento, onde o foco está na busca de novas cultivares, por exemplo, um dos grandes objetivos do programa é estudar de forma intensa a resistência a doenças. "Essa é uma característica importante porque evita a aplicação de fungicida, diminuindo o custo de produção e poupando o meio ambiente e a saúde de quem consome o produto", ressalta o pesquisador.
Do cruzamento ao lançamento e à liberação aos produtores de uma nova cultivar, leva de 12 a 14 anos, período em que são feitas todas as avaliações e seleções das plantas e suas características. "É um trabalho permanente pela busca da qualidade", descreve Rosso.
Homenageados em 2017
PRÊMIO ESPECIAL
Luiz Carlos Federizzi - Ufrgs
CADEIAS DE PRODUÇÃO E ALTERNATIVAS AGROPECUÁRIAS
Aproccima
Geovano Parcianello - Irga
Jorge Tonietto - Embrapa
INOVAÇÃO, TECNOLOGIA RURAL E EMPREENDEDORISMO
Julio Otavio Jardim Barcellos - Ufrgs
SIA - Serviço de Inteligência em Agronegócio
Homero Bergamaschi - Ufrgs
Maria do Carmo Bassols Raseira - Embrapa
Antonio Folgiarini de Rosso - Irga
PRESERVAÇÃO AMBIENTAL
Cimélio Bayer - Ufrgs
Alianza del Pastizal - BirdLife International
Flávia Fontana Fernandes - UFPel
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia