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Porto Alegre, sexta-feira, 11 de agosto de 2017. Atualizado às 18h32.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

11/08/2017 - 18h16min. Alterada em 11/08 às 18h33min

Ibovespa segue recuperação de Nova Iorque e sobe 0,55%

Depois de três sessões consecutivas de perdas, impostas por uma onda internacional de aversão ao risco, o Índice Bovespa se recuperou parcialmente e fechou com ganho moderado, retomando o patamar dos 67 mil pontos perdido na véspera. A tensão entre Estados Unidos e Coreia do Norte continuou no radar dos investidores, mas não impediu a recomposição de parte dos preços das ações. Da mesma maneira, o desconforto com a questão fiscal doméstica manteve-se no pano de fundo, mas com as expectativas voltadas para a próxima semana, quando se espera o anúncio da revisão da meta fiscal para 2017 e 2018.
O Ibovespa fechou em alta de 0,55%, aos 67.358,58 pontos, depois de ter oscilado entre a mínima de 66.677,62 pontos (-0,47%) e a máxima de 67.623,36 pontos (+0,94%). Mesmo depois de ter perdido 1,39% nas últimas três sessões, o índice ainda contabilizou valorização de 0,69% na semana, levando o acumulado de agosto para um ganho de 2,18%.
"O mercado continuou a monitorar a tensão geopolítica, mas o noticiário levou muitos analistas a considerar que a possibilidade de conflito está totalmente afastada", disse um operador.
Ao longo do dia circularam informações de que, apesar da retórica bélica entre EUA e Coreia do Norte, os governos dos dois países têm discutido secretamente nos últimos meses sobre as relações diplomáticas entre eles. Também hoje a China disse que seria neutra se a Coreia do Norte lançar primeiro um ataque contra os EUA, mas que reagirá se houver tentativa de derrubar o regime norte-coreano pelos Estados Unidos ou a Coreia do Sul. A Alemanha se disse contra qualquer solução militar. Essas manifestações, segundo profissionais do mercado, arrefeceram o temor de um conflito.
O enfraquecimento do dólar ante moedas fortes favoreceu a alta dos preços do petróleo, que no entanto não foi suficiente para sustentar em alta as ações da Petrobras. Os papéis da estatal perderam 0,81% (ON) e 1,82% (PN), em resposta a um resultado trimestral aquém das estimativas de mercado. Mas os analistas do setor de petróleo viram pontos positivos no resultado "em linhas gerais". Vale ON e PNA caíram 2,22% e 1,44%, respectivamente, alinhadas às suas pares no exterior.
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