Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 11 de agosto de 2017. Atualizado às 00h02.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado de Capitais

Notícia da edição impressa de 11/08/2017. Alterada em 10/08 às 21h13min

Volume de recursos aplicados no varejo cresce 4,9%

O volume de recursos aplicados no varejo cresceu 4,9% no primeiro semestre deste ano em relação a dezembro do ano passado, para R$ 1,6 trilhão, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Do montante total, R$ 620,4 bilhões referem-se à poupança, R$ 520,1 bilhões a títulos e valores mobiliários e R$ 487,9 bilhões estão aplicados em fundos de investimento.
Segundo a Anbima, o segmento de alta renda segue com tendência de crescimento, com alta de 7,3% no primeiro semestre, para R$ 749 bilhões. O varejo tradicional, com R$ 879,3 bilhões, apresentou alta de 3%.
O número de clientes, por outro lado, caiu 1,3% no período analisado, para 69,4 milhões. De acordo com José Rocha, presidente do Comitê de Varejo da Anbima, o número de clientes recuou influenciado pelos saques da poupança, mas, "apesar de os saques terem ocorrido no acumulado, há relativa estabilidade e provável inversão da curva, motivada pela queda de juro". Para ele, a queda do juro também motiva a tomada de risco e a diversificação, o que já pode ser visto nos fundos de multimercado, de ações e até o investimento direto em ações. "Essas categorias tendem a ter maior participação nas carteiras à medida que o juro recua", destacou.
Rocha destacou, ainda, que, além da poupança, também os investimentos de varejo no Tesouro Direto já começam a perder atratividade por conta da visão de contração do juro básico da economia.
De acordo com os dados da Anbima, o saldo dos investimentos do varejo no Tesouro Direto estava em junho em R$ 31,99 bilhões, de R$ 28 bilhões em dezembro.
O saldo dos fundos de previdência cresceu 10,8%, para R$ 680 bilhões, nos primeiros seis meses do ano em relação ao mesmo período do ano passado.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia