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Porto Alegre, quinta-feira, 10 de agosto de 2017. Atualizado às 23h57.

Jornal do Comércio

Economia

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Consumo

Notícia da edição impressa de 11/08/2017. Alterada em 10/08 às 21h55min

Cartilha infantil conscientiza sobre os prejuízos da pirataria

Escolas públicas e particulares do Estado receberão a publicação

Escolas públicas e particulares do Estado receberão a publicação


SISTEMA FECOMÉRCIO-RS/SISTEMA FECOMÉRCIO-RS/DIVULGAÇÃO/JC
A Fecomércio-RS deu mais um importante passo no combate à pirataria e à informalidade. Nesta quinta-feira, a entidade, que representa o setor de comércio, serviços e turismo do Estado, lançou a cartilha "Comércio informal: que bicho é esse?", publicação voltada para crianças em idade escolar de todo o Rio Grande do Sul. O evento contou com as presenças da secretária de Desenvolvimento Social, Trabalho, Justiça e Direitos Humanos, Maria Helena Sartori; do presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn; e da diretora do Procon-RS, Maria Elisabete Pereira.
A cartilha, com tiragem inicial de 50 mil exemplares, foi desenvolvida em parceria com o Procon-RS. Nela, o personagem "Proconito" explica aos pequenos o que é pirataria e os prejuízos que causa à saúde, ao bolso das famílias e à sociedade como um todo. O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, destacou que as crianças, hoje em dia, são as grandes responsáveis por levar informação para dentro de casa, por isso a publicação desta vez foi direcionada para esse público. "Elas dominam, captam e processam a informação de forma mais rápida, portanto são os agentes responsáveis por multiplicar esse conhecimento", afirma o presidente.
A parceria da Fecomércio-RS com o poder público vai possibilitar que a cartilha seja distribuída em toda a rede escolar gaúcha, incluindo instituições públicas e privadas. A secretária Maria Helena Sartori destacou que trabalhar com as crianças serve como alerta, "pois brinquedos piratas podem causar problemas graves, e isso precisa ficar muito claro". Ela ainda destacou que é preciso ter cidadãos conscientes dos seus deveres e direitos. "Essa parceria vai trabalhar para mudar realidades", afirmou.
Os municípios também terão participação importante neste processo, possibilitando o acesso local das crianças à publicação. "As crianças têm um papel fundamental no trabalho de combate à pirataria, prática que gera prejuízos a toda uma cadeia econômica, além de provocar danos sociais e de saúde e, mais grave ainda, financiar a prática do tráfico e estimular a violência", ressalta o presidente da Comissão de Combate à Informalidade da Fecomércio-RS, André Roncatto.
De uma forma bem didática, Proconito explica às crianças que a pirataria atinge praticamente todos os produtos do universo infantil, desde brinquedos, roupas e calçados, até games, CDs e DVDs. "Esse mercado informal de artigos infantis representa cerca de 40% de tudo que é comercializado atualmente no Brasil", afirma Roncatto. Na economia brasileira como um todo, a pirataria equivale a 16% do PIB nacional, o mesmo que R$ 900 bilhões por ano que são retirados da riqueza de nosso País", pontua o presidente da Fecomércio-RS.
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