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Porto Alegre, quinta-feira, 10 de agosto de 2017. Atualizado às 13h08.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado financeiro

10/08/2017 - 13h01min. Alterada em 10/08 às 13h08min

Volume de recursos aplicados no varejo cresce 4,9% no 1º semestre, diz Anbima

Investimentos no Tesouro Direto começam a perder atratividade com a contração do juro básico

Investimentos no Tesouro Direto começam a perder atratividade com a contração do juro básico


Patrícia Comunello/Especial/JC
O volume de recursos aplicados no varejo cresceu 4,9% no primeiro semestre deste ano em relação a dezembro do ano passado para R$ 1,6 trilhão, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (10), pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).
Do montante total, R$ 620,4 bilhões referem-se à poupança, R$ 520,1 bilhões a títulos e valores mobiliários e R$ 487,9 bilhões estão aplicados em fundos de investimento. Segundo a Anbima, o segmento de alta renda segue com tendência de crescimento, com alta de 7,3% no primeiro semestre, para R$ 749 bilhões. O varejo tradicional, com R$ 879,3 bilhões, apresentou alta de 3%.
O número de clientes, por outro lado, caiu 1,3% no período analisado, para 69,4 milhões. De acordo com José Rocha, presidente do Comitê de Varejo da Anbima, o número de clientes recuou influenciado pelos saques da poupança, mas "apesar dos saques terem ocorrido no acumulado, há relativa estabilidade e provável inversão da curva, motivada pela queda de juro".
Para ele, a queda do juro também motiva a tomada de risco e diversificação, o que já pode ser visto nos fundos de multimercado, de ações e até o investimento direto em ações. "Essas categorias tendem a ter maior participação nas carteiras à medida que o juro recua", destacou.
Rocha destacou ainda que, além da poupança, também os investimentos de varejo no Tesouro Direto já começam a perder atratividade por conta da visão de contração do juro básico da economia. De acordo com os dados da Anbima, o saldo dos investimentos do varejo no Tesouro Direto estava em junho em R$ 31,99 bilhões, de R$ 28 bilhões em dezembro.
O saldo dos fundos de previdência cresceu 10,8% para R$ 680 bilhões nos primeiros seis meses do ano em relação ao mesmo período do ano passado. Para Rocha, o debate sobre a previdência tem feito as pessoas se preocuparem mais com a poupança da aposentadoria.
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