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Porto Alegre, segunda-feira, 17 de julho de 2017. Atualizado às 14h27.

Jornal do Comércio

Internacional

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venezuela

Alterada em 17/07 às 14h30min

Após consulta, adversários de Maduro prometem intensificar protestos

Folhapress
Adversários do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciaram nesta segunda-feira (17) que pretendem promover uma escalada nos protestos contra o governo após o plebiscito informal da véspera em que milhões de pessoas expressaram descontentamento com a situação do país.
Dirigentes da coalizão opositora MUD (Mesa de Unidade Democrática) avaliam adotar táticas como bloqueios e ocupações de vias e até uma greve nacional. Eles exigem o cancelamento da Assembleia Constituinte convocada por Maduro, cujos membros deverão ser eleitos no próximo dia 30.
Uma onda de protestos contra o governo iniciada em abril já deixou mais de 90 mortos.
No domingo (16), a oposição realizou uma consulta informal em rechaço à Constituinte e a favor da convocação de eleições gerais. Segundo os organizadores, 7,2 milhões de pessoas votaram e mais de 98% expressaram apoio às bandeiras dos opositores.
"O que deverá acontecer agora é que nós consigamos materializar o mandato que o povo nos deu para que não haja Constituinte, que uma minoria quer impor, renovar os poderes públicos e realizar eleições", disse nesta segunda o deputado Julio Borges, que lidera a Assembleia Nacional, controlada pela oposição.
A consulta teve o apoio da Organização das Nações Unidas, da Organização de Estados Americanos, dos Estados Unidos e de governos da América Latina e da Europa.
Chavistas não participaram do plebiscito e disseram que a consulta foi marcada por fraudes. Em Caracas, homens armados atiraram contra um centro de votação, matando uma pessoa e ferindo outras quatro.
Seguidores de Maduro participaram no mesmo dia de uma simulação organizada pelo CNE (Conselho Nacional Eleitoral) para a eleição da Constituinte.
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