GRUPO DE MULHERES CONVERSANDO AO FUNDO E, NO PRIMEIRO PLANO DA IMAGEM, UM CARA SENTADO DE COSTAS PARA A FOTO E DE FRENTE PARA AS MOÇAS SEM CORAGEM DE FALAR COM ELAS. HOMEM TÍMIDO. TIMIDEZ EM BARES. FALTA DE CORAGEM EM INICIAR UM FLERTE. MODORRA. FLEUMA. É preciso fazer uma troca com o cliente Foto: GILMAR LUÍS/JC

Comece já a trabalhar a sua empatia

É sempre estranho publicar editoriais com palavras de ordem (como acima). No entanto, é nosso compromisso te alertar sobre possíveis falhas. Então, vamos lá: precisamos falar sobre timidez e empatia.
A maioria das pessoas prefere ir a lugares em que é bem tratada, fato. Sem contar que sempre rola trocar ideia com quem está no caixa ou no papel de vendedor. Né? Quando tu tens um negócio, boa parte do público que irá te acompanhar e permanecer como cliente é aquele que cria empatia contigo. As chances para desenvolver isso surgem todos os dias.
Isso não significa que se tu és uma pessoa mais tímida ou calada tenhas de mudar o teu jeito. A gente sabe que a rotina de empreender é estressante e corrida. Faz parte, às vezes, não ter paciência, adotar uma atitude mais séria e tratar as coisas com frieza. Mas isso não é problema do cliente.
Uma das peças fundamentais da consolidação de uma empresa é o relacionamento com o público e funcionários. São eles que irão multiplicar o seu negócio e sustentá-lo a longo prazo - quando o frenesi do lançamento passar, por exemplo.
Se você não sabia disso ainda, lembre-se que muitas pessoas entendem o seu negócio a partir da sua postura.
Nossa dica é simples: dê às pessoas o mínimo de atenção. #vaivalerapena
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