Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 17 de julho de 2017. Atualizado às 18h26.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado Financeiro

17/07/2017 - 18h25min. Alterada em 17/07 às 18h27min

Após 5 altas seguidas, Ibovespa tem correção e recua 0,34%

Depois de cinco altas consecutivas, com as quais acumulou ganho de 5,0%, o Índice Bovespa cedeu a uma discreta realização de lucros e terminou o dia em baixa de 0,34%, aos 65.212,31 pontos. Com o noticiário político esvaziado pelo recesso parlamentar, o indicador oscilou em um estreito intervalo e o volume de negócios permaneceu reduzido. Foram movimentados R$ 8,8 bilhões, incluídos os R$ 3,25 bilhões do exercício de opções sobre ações.
A queda foi determinada principalmente pelas ações da Petrobras, que acompanharam a desvalorização em torno de 1% dos preços do petróleo no mercado internacional. Os papéis terminaram o dia com perdas de 1,25% (ON) e 1,23% (PN). As ações do setor financeiro também contribuíram para o desempenho negativo do Ibovespa, tendo à frente Itaú Unibanco PN (-0,96%) e Bradesco PN (-0,70%).
Já Vale ON e PNA (+0,68% e +0,43%) refletiram a alta dos preços do minério de ferro na China e o bom momento das commodities metálicas em geral, que mantiveram os índices setoriais positivos. Para isso contribuíram os dados positivos da produção industrial e do Produto Interno Bruto (PIB) da China, que cresceu 6,9% no segundo trimestre.
"O momento de maior movimentação da bolsa foi no período do exercício de opções. Depois dele, houve um certo esvaziamento", disse Vítor Suzaki, analista da Lerosa Investimentos. Segundo ele, o recesso parlamentar tira do cenário boa parte dos seus "drivers", embora não afaste totalmente a cautela com as surpresas que possam surgir do cenário político.
"Com o cenário político em menor evidência, as perspectivas de curto prazo estão nos balanços corporativos que começam nesta semana", disse Suzaki.
Para Luiz Roberto Monteiro, operador da Renascença Corretora, a ausência de movimentação no Congresso não evita a cautela do investidor, que deve permanecer retraído em julho. O temor, diz, é com a possibilidade de novas revelações a partir de delações de Eduardo Cunha e de Lúcio Funaro e de novas denúncias do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
Entre as ações que fazem parte do Ibovespa, as maiores baixas ficaram com Natura ON (-3,86%) e Ultrapar ON (-3,63%). Já Braskem PNA (+5,20%) e MRV ON (+2,67%) estiveram na ponta oposta Com o resultado de hoje, o Ibovespa contabiliza alta de 3,68% em julho.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia