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Porto Alegre, segunda-feira, 17 de julho de 2017. Atualizado às 16h07.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 17/07 às 16h09min

Ouro fecha no maior nível desde o dia 30 de junho

Os futuros de ouro encerraram o pregão desta segunda-feira (17) em alta, impulsionados pela renovação de apostas de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) pode suavizar o processo de alta de juros no país.
Na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro para agosto subiu US$ 6,20, para US$ 1.232,70 por onça-troy. Este é o maior valor de fechamento desde 30 de junho.
Analistas apontaram ainda que os contratos de ouro romperam a "importante média técnica de 200 dias de US$ 1.230,00 a onça-troy", conforme reforçou em nota o analista Carsten Fritsch, do Commerzbank. Ele disse ainda que os preços podem continuar a tendência, caso nenhum evento externo ocorra.
A perspectiva de alta dos preços do ouro vem das apostas renovadas de que o Fed será mais moderado no processo de elevação dos juros nos Estados Unidos. Nesta segunda, a distrital de Nova York informou que o índice de atividade industrial Empire State caiu para 9,8 em julho, reforçando a visão de que a economia americana está apresentando muito fôlego.
O analista-chefe de mercados da iiTRADER, Bill Baruch, alerta, no entanto, que dificilmente os contratos de ouro vão romper novas barreiras de preços. "Há uma resistência muito forte do mercado para o nível entre US$ 1.236,00 e US$ 1.240,00 por onça-troy", afirmou. 
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