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Porto Alegre, segunda-feira, 17 de julho de 2017. Atualizado às 14h57.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

17/07/2017 - 15h00min. Alterada em 17/07 às 15h01min

Bolsas da Europa fecham majoritariamente em baixa

Os mercados acionários europeus fecharam majoritariamente em baixa nesta segunda-feira (17) com os investidores monitorando a retomada das negociações da saída britânica da União Europeia, processo conhecido como Brexit, e dados de crescimento da China, que vieram melhores que o esperado.
Único indicador relevante do dia, a leitura final do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro subiu 1,3% na comparação anual de junho, mostrando uma desaceleração em relação ao aumento de 1,4% observado em maio, de acordo com a agência de estatísticas da União Europeia, a Eurostat. O resultado de junho é o menor desde o início do ano e confirmou a estimativa preliminar, vindo em linha com a expectativa de analistas consultados pela Dow Jones Newswires.
Em Bruxelas, o secretário britânico para o Brexit, David Davis, e o principal negociador da UE para o assunto, Michel Barnier, voltaram à mesa de negociações pela primeira vez desde a abertura oficial das conversas, em 19 de junho, com foco nos direitos dos cidadãos dos dois lados no pós-Brexit e em quanto Londres deverá pagar para cobrir os compromissos financeiros pendentes do Reino Unido para o bloco. Além disso, ambos devem discutir como gerenciar a fronteira britânica com a Irlanda, após a retirada, prevista para março de 2019.
Dados positivos da China também estiveram no radar dos investidores. O crescimento econômico do país manteve o ritmo no segundo trimestre do ano, impulsionado pelo comércio exterior, apesar de preocupações com uma desaceleração iminente. O crescimento chinês foi de 6,9% nos três meses encerrados em junho, na comparação anual, sendo um resultado ligeiramente acima do esperado por analistas, de crescimento de 6,8%. Já a produção industrial avançou 7,6% em junho na comparação anual, com o resultado superior à média de 6,5% apontada por analistas consultados pelo Wall Street Journal.
Em Frankfurt, o índice DAX fechou em queda de 0,35%, aos 12.587,16 pontos. A fraca inflação na zona do euro sugere que as taxas de juros podem continuar em níveis baixos por mais tempo, o que pesou nas ações de instituições financeiras, como o Commerzbank (-0,76%) e o Deutsche Bank (-0,12%). Na quinta-feira, o Banco Central Europeu (BCE) divulga sua decisão de política monetária.
O índice CAC-40, da bolsa de Paris, fechou em baixa de 0,10%, aos 5.230,17 pontos. Entre instituições financeiras, o BNP Paribas perdeu 0,66% e o Société Générale caiu 0,47%. Já em Milão, o índice FTSE-Mib recuou 0,03%, aos 21.484,84 pontos. Enquanto a Telecom Itália subiu 1,24% e o Intesa Sanpaolo avançou 0,21%; o Banco BPM se desvalorizou 0,13% e a Enel baixou 0,97%.
Londres destoou das demais praças, com o índice FTSE-100 fechando em alta de 0,35%, aos 7.404,13 pontos. O forte crescimento chinês impulsionou os preços de commodities metálicas, fazendo com que mineradoras se fortalecessem. A Anglo American subiu 1,21%; a Antofagasta ganhou 2,27% e a BHP Billiton avançou 1,34%.
O índice Ibex-35, da bolsa de Madri, fechou em queda de 0,04%, aos 10.651,20 pontos. Já em Lisboa, o índice PSI-20 teve baixa de 0,19%, aos 5.292,74 pontos. 
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