Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 14 de julho de 2017. Atualizado às 19h07.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

conjuntura

14/07/2017 - 19h10min. Alterada em 14/07 às 19h10min

Meirelles: se aprovado o Refis como no relatório, arrecadação ficaria em R$ 1 bilhão

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que o Ministério da Fazenda ainda avalia os impactos do novo programa de refinanciamento de dívidas, conhecido como Refis, mas que a arrecadação resultante do projeto pode ser reduzida a um montante bem baixo, próximo a R$ 1 bilhão. A previsão inicial da área econômica era arrecadar R$ 13,3 bilhões este ano com o programa.
"No relatório como está, estimativa é que arrecadação nos meses que faltam em 2017 seja substancialmente mais baixa do que as previsões. Um número bem baixo, próximo de R$ 1 bilhão. A receita federal está no momento analisando isso. Esperamos até segunda-feira ter números precisos."
A primeira proposta enviada pelo governo ao Congresso já tinha sido alterada pelo relator, deputado Newton Cardoso Jr. (PMDB-MG), que voltou a incluir, no novo texto, condições mais vantajosas para as empresas.
O parecer do relator foi aprovado na quinta-feira pela comissão mista da Medida Provisória (MP) 783. A alteração eleva os descontos em multas e juros para até 99% e concede a maior número de devedores o benefício de pagar um valor menor de entrada.
"É importante que o projeto não seja tão generoso que incentive empresas a não pagar imposto. Porque passa a ser mais negócio não pagar, premiando, portanto, o mau pagador. Esse projeto como está pode não atender às necessidades do País", criticou Meirelles.
O ministro comentou ainda a tramitação das reformas no Congresso Ele defendeu que a aprovação da reforma trabalhista foi fundamental, porque a legislação trabalhista precisava ser atualizada, e que agora o governo começa a discutir a reforma previdenciária para em seguida tratar da tributária.
"É importante estabelecer prioridades no serviço público", afirmou. "Estamos iniciando os estudos sobre a reforma tributária e é um pouco prematuro ainda pensar em iniciativa precisa", explicou.
Meirelles concedeu entrevista coletiva nesta sexta-feira antes de participar do painel "Perspectivas Econômicas e Políticas Públicas: Desafios para o Brasil", na sede da Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio.

 

COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia