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Porto Alegre, segunda-feira, 24 de julho de 2017. Atualizado às 22h44.

Jornal do Comércio

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Affonso Ritter

Observador

Notícia da edição impressa de 25/07/2017. Alterada em 24/07 às 21h14min

Inovações no varejo

As três startups vencedoras do Varejo Now, que toparam solucionar os desafios do Sindilojas-POA lançados na Feira Brasileira de Varejo, foram pela ordem a Simbio Bag, Café com Soluções e Mespper. A Simbio vai criar um novo canal de vendas que leva a vitrine ao cliente, enviando bags personalizadas para experimentar as roupas em casa. Café com Soluções desenvolveu o Psiu, um assistente de compras on-line que permite acionar o vendedor da loja física por vídeo ou áudio para auxiliar na compra em sites. E a Mespper desenvolverá a plataforma MespperVR que deixa o usuário imerso em espaços 360°, despertando seu interesse em investigar todo o conteúdo ao seu redor. As três ganharam prêmios em dinheiro do Sindilojas-POA, três meses de incubação na Unitec Tecnosinos e a participação em dois programas de desenvolvimento do Sebrae/RS.
Algodão sustentável
A rede de lojas C&A já vende 40% de suas peças de roupas em algodão mais sustentável, ante 25,6% em 2016, viabilizados por forte articulação de toda rede de fornecimento, do produto de fibra à tecelagem e confecção. O resultado reforça seu compromisso de estar alinhado à meta global de ter, até 2020, 100% de suas peças produzidas com algodão mais sustentável, que inclui o BCI e o orgânico.
Imposto nos clientes
As mudanças na arrecadação do ISS trouxeram a "justiça fiscal" para os pequenos municípios, que passaram a arrecadar o tributo no local de domicílio dos clientes de cartões de crédito, débito, leasing e planos de saúde, na avaliação do vice-presidente do CFC, Aécio Prado. Antes da Lei nº 157/2016, o tributo ficava concentrado no local da sede da empresa.
Revenda em governo
A porto-alegrense CGK Tecnologia acaba de receber da fabricante norte-americana de software Adobe a certificação de Revenda Especializada em Governo. A partir deste mês, só revendas com esta homologação poderão vender produtos da multinacional para o setor público no Brasil. Com isso, a CGK reforça sua estratégia de crescimento na área governamental.
Demora do Inpi em marcas e patentes
O Inpi demora cerca de 30 meses para analisar uma marca, significando que aproximadamente 422 mil esperam na fila para aprovação. Na patente, o prazo médio é de 10,8 anos, deixando o País na incômoda 30ª posição do ranking mundial. EUA, o primeiro, leva em média 2,5 anos. Depois dos EUA, Japão, China, Coreia do Sul, Alemanha e França surgem como os mais ágeis. "É um atraso para o nosso desenvolvimento", afirma o presidente da Marpa, Marcas e Patentes, Valdomiro Soares. "Esperar tanto tempo por algo que poderia ser bem mais rápido impacta negativamente em quem deseja empreender, criar algo novo, uma vez que o número de patentes registradas é uma das formas de medir o grau de inovação de um País."
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