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Porto Alegre, segunda-feira, 10 de julho de 2017. Atualizado às 22h58.

Jornal do Comércio

Colunas

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Carlos Pires de Miranda

De Olho na tevê

Notícia da edição impressa de 11/07/2017. Alterada em 10/07 às 20h47min

Inter: não pode ser assim

Queriam novo treinador, trocaram. Guto implorou por uma semana de treinamentos, ganhou duas. Sonhou com um time ideal, com todos à disposição, teve tudo isso no sábado. O Criciúma está longe de ser uma equipe desprezível: achou um gol, teve um goleiro seguro, encastelou-se na defesa e por quase 90 minutos sustentou a vitória, contra um clube que gasta 20 vezes mais com o futebol. E seguramente não joga metade do que deveria. É inescapável ao presidente viajar ao Nordeste e cobrar, de jogadores e comissão técnica, os resultados que merece a grandeza do Inter.
Grêmio: também não pode ser assim
Um goleiro só faz defesas possíveis. Não existem milagres, apenas chutes imperfeitos, com bola rolando ou em pênaltis. Então a humilhante derrota contra o Avaí está a exigir apenas duas coisas: mais futebol e maior eficiência nas conclusões. Quinta-feira é quase um tudo ou nada para o Grêmio: se perder para o Flamengo, vira prioridade total a Libertadores e Copa do Brasil. No Brasileirão, apesar de jogar sempre depois do líder, o Tricolor nunca aproveita. Fosse ao contrário, diriam que a tabela está viciada, que há complô etc. Não, não: só precisa jogar futebol.
A Chape, fora da casinha
A comovedora solidariedade, amealhada mundo afora pela Chapecoense, deve ter transtornado as mentes de seus diretores. Passaram a pensar que um clube de porte médio, com elenco e orçamento compatíveis a essa condição, pudesse se tornar um gigante. Incompetentes! Saíram da Libertadores por conta da irregular escalação de um atleta, iludiram-se com o bom início no Brasileirão e tiveram a petulância de demitir Vagner Mancini, após um heroico 3 a 3 contra o Flu, no Rio! É provável que aprendam a lição de uma forma dura - injusta, apenas para time e torcida.
O prejuízo é sempre do clube
O Corinthians jogou sábado com o setor Norte de sua arena - o das organizadas - interditado, como punição ao uso de sinalizadores por alguns idiotas. Apesar de inofensivos, esses pisca-piscas são proibidos e causam a interrupção da partida. Acendê-los é uma forma de protesto da Gaviões da Fiel, que ocupa o setor, proibida de usar camisas e faixas que a identifiquem. Aqui no Beira-Rio os incidentes têm sido graves - e a medida adotada contra duas torcidas coloradas foi a mesma de São Paulo. Usarão sinalizadores? Ou agirão com violência ainda maior do que têm mostrado?
Pitacos
Antigamente, se faltava treinador, algum diretor assumia interinamente. Um ou outro dava certo, acabava tocando o time por meses. O melhor exemplo? O saudoso Abelard Jacques Noronha, no Inter. *** Se alguém se lembrar de personagem semelhante no Grêmio, por favor, escreva ao colunista. *** Torcedômetro apresenta o ranking dos cinco clubes com mais sócios no Brasil: Palmeiras, 122 mil, Grêmio, 117 mil, São Paulo, 114 mil, Corinthians, 112,9 mil e, Inter, apesar da Série B, 112,7 mil.
 
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