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Porto Alegre, quarta-feira, 21 de junho de 2017. Atualizado às 23h55.

Jornal do Comércio

Internacional

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Reino Unido

Notícia da edição impressa de 22/06/2017. Alterada em 21/06 às 19h35min

Rainha afirma que Brexit é prioridade

Manifestantes protestaram contra May após incêndio em prédio e ataques terroristas em Londres

Manifestantes protestaram contra May após incêndio em prédio e ataques terroristas em Londres


DANIEL LEAL OLIVAS/DANIEL LEAL OLIVAS/AFP/JC
A rainha Elizabeth II abriu ontem o ano legislativo britânico, ao discursar à Câmara dos Comuns sobre os desafios da primeira-ministra Theresa May. A monarca confirmou que o objetivo principal do governo deve ser o processo de saída da União Europeia (UE), conhecido como Brexit, e definiu a intenção de se criar uma nova estratégia para combater o terrorismo após uma onda de ataques recentes.
Durante a cerimônia, a rainha leu uma lista de projetos de lei que a premiê espera aprovar no Parlamento nos próximos dois anos, desde planos para melhorar a proteção de dados, após o ataque cibernético ao Serviço Nacional de Saúde no início do ano, até um esboço das principais leis relacionadas ao Brexit, em curso para março de 2019. O discurso, que foi escrito pela equipe de May, não lançou nova luz sobre os planos para o Brexit, mas confirmou a intenção de estabelecer novas políticas nacionais na imigração, mais restritivas. 
Nos próximos dias, o Parlamento deve debater e votar pela aprovação ou não dos planos, um processo que é considerado como uma espécie de voto de confiança no governo. Ser derrotado indica que não há apoio o suficiente. O Partido Conservador, de May, não obteve maioria nas eleições gerais deste mês - com 318 cadeiras em uma Casa de 650, ficaram faltando oito assentos. Ela depende de seu aliado norte-irlandês, o DUP (Partido Unionista Democrático), para aprovar o programa.
Ontem, a primeira-ministra enfrentou uma série de protestos, no que os britânicos chamaram de um "dia de fúria". As manifestações foram convocadas como repúdio ao governo após o incêndio da torre Grenfell, onde morreram ao menos 79 pessoas, e ataques terroristas em Manchester e Londres. Ambos os episódios são relacionados à gestão de May, que aprovou cortes no orçamento das forças de segurança.
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