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Porto Alegre, terça-feira, 13 de junho de 2017. Atualizado às 23h52.

Jornal do Comércio

Geral

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Segurança

Notícia da edição impressa de 14/06/2017. Alterada em 13/06 às 22h10min

Instituições de saúde da Capital podem ter cercamento eletrônico

Um projeto-piloto de cercamento eletrônico, elaborado em parceria entre a prefeitura da Capital e o Grupo Dimed, formado pela rede de farmácias Panvel, pode servir de modelo para aprimorar a segurança das instituições de saúde da cidade. O secretário municipal de Segurança, Kleber Senisse, recebeu o presidente do Sindicato dos Hospitais e Clínicas de Porto Alegre (Sindihospa), Henri Siegert Chazan, a fim de discutir essa e outras ações cooperadas para reforçar a segurança.
Senisse explicou que a prefeitura possui a base tecnológica e a inteligência, mas que carece de recursos. Sendo assim, as instituições devem financiar os equipamentos e os custos de manutenção, enquanto a prefeitura, por meio da Procempa (Companhia de Processamento de Dados do Município) e do Ceic (Centro Integrado de Comando da Cidade de Porto Alegre), entra com o desenvolvimento e o monitoramento dos locais. O objetivo é dobrar o número de câmeras em quatro anos. "Quanto maior for a cobertura do sistema, maior será o número de ações diretas nesses locais de insegurança", completou Senisse.
Chazan espera uma grande adesão dos hospitais ao projeto. "Teremos de avaliar os custos e as condições de infraestrutura de cada um, mas não tenho dúvida do interesse das instituições em cooperar", disse o presidente.
O Hospital Mãe de Deus será o primeiro a ter o estudo de viabilidade técnica e operacional realizado. A previsão é que esse trabalho comece já na próxima semana. Outros encaminhamentos serão definidos nos próximos dias, como a realização de um treinamento em inteligência com técnicos de segurança dos hospitais, a integração com a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) para consultas e internações de detentos, além da priorização para iluminação e poda.
 
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