Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 21 de junho de 2017. Atualizado às 23h50.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

tecnologia

Notícia da edição impressa de 22/06/2017. Alterada em 21/06 às 23h47min

Presidente da Uber renuncia ao comando da empresa

Kalanick havia pedido licença após vários escândalos na companhia

Kalanick havia pedido licença após vários escândalos na companhia


/GREG BAKER/AFP/JC
Uma semana após pedir licença do cargo, o presidente executivo da Uber, Travis Kalanick, 40, renunciou ao comando da empresa que ele ajudou a fundar em 2009. Segundo o jornal New York Times, a decisão de deixar a presidência se deveu a uma revolta de investidores, em meio a uma série de polêmicas envolvendo Kalanick e a empresa.
Ainda de acordo com o New York Times, cinco dos principais investidores da Uber exigiram que ele deixasse o cargo imediatamente e enviaram uma carta a Kalanick apontando exatamente isso.
Kalanick, depois de conversar com um membro da direção da Uber e após horas de discussão com alguns dos investidores, decidiu não continuar na presidência da empresa - ele permanece no conselho de diretores da Uber.
"Eu amo a Uber mais que qualquer coisa no mundo e, neste momento difícil da minha vida, decidi aceitar o pedido dos investidores para deixar o cargo, permitindo que a Uber possa voltar a seguir em frente", escreveu Kalanick, em nota.
Na semana passada, ele havia pedido licença da presidência da companhia (avaliada em mais de US$ 60 bilhões), depois de uma série de escândalos, desde acusações de assédio sexual e sexismo na empresa, passando pelo uso de um software para enganar autoridades regulatórias de algumas cidades no mundo até a suspeitas de roubo de propriedade intelectual para a fabricação de carros autoguiados.
Uma das consequências dessa crise na empresa é que ela vem perdendo espaço no seu principal mercado, o norte-americano.
Com o crescimento da concorrente Lyft, a participação da Uber no mercado norte-americano caiu, em maio, para 77%, ante 84% no início deste ano, de acordo com a empresa de pesquisas Second Measure, que utiliza dados anônimos de cartão de crédito.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia