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Porto Alegre, domingo, 18 de junho de 2017. Atualizado às 22h18.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 19/06/2017. Alterada em 18/06 às 19h40min

Fiscalização do trânsito

"Infratores de trânsito são punidos. Isso não vai mudar". Foi o que ouviu do prefeito o vereador Valter Nagelstein (PMDB), que achava que tinha foro privilegiado e que estava acima das leis de trânsito e poderia de alguma forma ganhar algum tipo de privilégio por ser parlamentar. Só que não! O atual vereador foi notificado nos últimos dias por não sinalizar ao trocar de direção e pela luz de placa de seu veículo estar queimada. Sentindo-se injustiçado recorreu à autoridade máxima da cidade com o objetivo de criticar a atuação e a atitude do agente, que cumpriu com sua obrigação de forma exemplar, não prevaricando. Cometer infrações é algo que acontece com frequência na cidade, e a fiscalização de trânsito e transporte tem a obrigação de registrá-las. Felizmente, tratamos todos da mesma forma, e isso incomoda alguns. Percebemos, nesses 18 anos de trabalho de prevenção à vida, que condutores e autoridades insistem em acreditar que as mortes no trânsito não estão diretamente relacionadas com o cometimento de infrações com drogas, bebidas e velocidade. Os tempos mudaram, o "jeitinho" não cola mais, nossa categoria tem um recado para esses que ainda insistem em transgredir a regra e não admitir seus deslizes: paguem a notificação que cometeram de forma antecipada e aproveitem o desconto, pois os pontos continuaram por um ano em seus prontuários, assim estarão preservando a sua vida e se conscientizando em obedecer às leis da vida. (Marcelino Pogozelski, presidente do Sintran)
Corrupção
Segundo o depoimento de Gilberto Carvalho (Frases e Personagens, Jornal do Comércio, edição de 16/06/2017), "em nosso governo não havia clima para ninguém, para nenhum picareta que fosse chegar e fazer qualquer tipo de oferta para o presidente". Então, para desencadear a maior onda de corrupção e roubo de recursos públicos da história do Brasil, os "picaretas" fizeram como? Ofertas somente para intermediários? Ou o próprio governo tomava a iniciativa? (Darley Worm Jr.)
Agência Brasileira de Inteligência
Não consigo entender onde reside o problema de que a Abin investigue qualquer brasileiro, seja ele um simples trabalhador, seja ele o presidente de República, passando, é claro, por deputados, senadores, juízes, desembargadores e ministros dos tribunais superiores. Afinal, esta é a função da agência, que cuida da segurança nacional e para tal a investigação é fundamental. Em princípio, deve valer a máxima de que quem não deve não teme. Assim, ser investigado pela Abin pode até mesmo servir de recomendação de honestidade, probidade e patriotismo. Por outro lado, e considerando que vivenciamos um período de "caça às bruxas", em que muitos homens públicos tidos como honestos estão sendo apanhados em suas torpezas, nada mais justo do que fiscalizar a todos, inclusive os fiscalizadores, como Policia Federal, Ministério Público e Judiciário. Afinal, ninguém está acima da lei, e ser investigado nada mais é do que uma preocupação de Estado e de quem deve zelar pela segurança nacional, função específica da Abin. (Gilberto Sartori)
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