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Porto Alegre, terça-feira, 16 de maio de 2017. Atualizado às 10h43.

Jornal do Comércio

Internacional

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estados unidos

Alterada em 16/05 às 10h44min

Trump diz que tem "direito absoluto" de compartilhar informações com a Rússia

"Quero que a Rússia intensifique sua luta contra EI e o terrorismo", disse

"Quero que a Rússia intensifique sua luta contra EI e o terrorismo", disse


SAUL LOEB/AFP/JC
Agência Brasil
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (16) que tem o "direito absoluto" de compartilhar informação com a Rússia porque quer que Moscou "intensifique sua luta" contra o Estado Islâmico (EI) e o terrorismo. A infromação é da Agência EFE.
Trump respondeu em sua conta no Twitter ao jornal The Washington Post, segundo o qual o governante revelou recentemente informações secretas sobre o EI ao ministro russo de Relações Exteriores, Sergey Lavrov, o que foi desmentido pela Casa Branca.
"Como presidente, queria compartilhar com a Rússia (em uma reunião programada oficialmente na Casa Branca), o que tenho o direito absoluto de fazer, fatos relacionados com o terrorismo e a segurança de voo das linhas aéreas", escreveu Trump.
"Quero que a Rússia intensifique sua luta contra EI e o terrorismo", acrescentou ao explicar os motivos.
Segundo o jornal, Trump proporcionou a Lavrov informações relacionadas com a possibilidade de os jihadistas utilizarem laptops para fazer algum tipo de ataque terrorista em voos comerciais, afirmações às quais assessor de segurança nacional da Casa Branca, o tenente-general H.R. McMaster não fez referência.
Esta informação foi facilitada por um país aliado dos EUA e seu conteúdo é tão secreto que nem sequer outros parceiros receberam esse tipo de dado, segundo as fontes citadas pelo jornal.
Pouco depois da publicação, a Casa Branca chamou de "falsa" a informação do The Washington Post.
"O artigo é falso", apontou em um breve comparecimento McMaster, afirmando que Trump não revelou "fontes, métodos ou operações militares" a Lavrov.
"Eu estava lá, não ocorreu", insistiu McMaster, que no entanto admitiu que Trump e Lavrov falaram sobre um "leque de ameaças comuns" incluindo "ameaças à aviação comercial."
Também participou do encontro entre Trump e Lavrov feito na quarta-feira (9) o secretário de Estado americano, Rex Tillerson, que, na mesma linha que McMaster, negou ambos tenham conversado sobre "fontes, métodos ou operações militares".
Nem McMaster e nem Tillerson negaram que Trump revelou informação secreta a Lavrov em suas reações ao artigo.
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