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Porto Alegre, terça-feira, 16 de maio de 2017. Atualizado às 22h45.

Jornal do Comércio

Geral

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Saúde

Notícia da edição impressa de 17/05/2017. Alterada em 16/05 às 21h34min

Vírus da febre amarela sofreu mutações inéditas, afirma pesquisa

Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revelaram que o vírus do último surto de febre amarela apresenta oito mutações genéticas até então desconhecidas. A comprovação foi obtida a partir dos primeiros sequenciamentos completos do genoma de amostras de dois macacos do tipo bugio, encontrados em uma área de mata, no Espírito Santo, no fim de fevereiro.
Dessas variações, sete têm impacto na formação de proteínas envolvidas na replicação viral, processo que permite ao vírus disparar a doença em humanos. É possível que essa diferença tenha aumentado a gravidade do último surto, que já resultou, só neste ano, em 756 casos confirmados e 259 mortes. O objetivo, agora, é determinar se essas alterações tornam o vírus mais agressivo contra humanos e animais.
Apesar da descoberta, os cientistas reforçam que a vacina adotada atualmente segue válida. Hoje, o País dispõe de um estoque de 10 milhões de doses.
 
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