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Porto Alegre, segunda-feira, 15 de maio de 2017. Atualizado às 20h56.

Jornal do Comércio

Economia

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balanços

Alterada em 15/05 às 21h00min

JBS reverte prejuízo e registra lucro líquido de R$ 422,3 milhões

A JBS registrou lucro líquido de R$ 422,3 milhões ao final do primeiro trimestre de 2017, revertendo um prejuízo de R$ 2,741 bilhões apontado no primeiro trimestre do ano passado. O resultado foi impulsionado pelas operações internacionais da empresa, segundo a JBS. "Nossas operações na América do Sul, por sua vez, continuaram enfrentando um cenário desafiador, principalmente em função da forte valorização do real frente ao dólar americano", afirmou em nota o CEO da JBS, Wesley Batista. Segundo ele, a moeda norte-americana passou de R$ 3,91 no primeiro trimestre de 2016 para R$ 3,14, impactando a rentabilidade das exportações a partir do Brasil.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado ficou praticamente estável de janeiro a março de 2017 ante igual intervalo do ano passado, para R$ 2,14 bilhões, ante R$ 2,137 bilhões. A margem Ebitda passou de 4,9%, para 5,7%, na mesma base de comparação.
De janeiro a março deste ano, a receita líquida totalizou R$ 37,6 bilhões, uma queda de 14,3% em relação ao igual período do ano passado, quando a empresa registrou R$ 43,911 bilhões.
No primeiro trimestre deste ano, a JBS registrou uma despesa financeira líquida de R$ 410,8 milhões. O resultado de variações cambiais e do ajuste a valor justo de derivativos foi de R$ 441,1 milhões. Os juros passivos foram de R$ 909,3 milhões, enquanto que os juros ativos foram de R$ 73,2 milhões. Impostos, contribuições, tarifas e outros resultaram em uma despesa de R$ 15,8 milhões.
A alavancagem da JBS ficou em 4,2 vezes no fim de março, ante o registrado no fim de 2016 de 4,16 vezes. A JBS encerrou o primeiro trimestre com uma dívida líquida de R$ 47,806 bilhões. A porcentagem da dívida de curto prazo em relação à dívida total ficou em 31% no período, dos quais 74% são linhas lastreadas às exportações das unidades brasileiras. Ao final do período, 92,2% da dívida era denominada em dólares.
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