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Porto Alegre, terça-feira, 09 de maio de 2017. Atualizado às 19h12.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 09/05 às 19h13min

Em Nova Iorque, Dow Jones e S&P caem acompanhando petróleo; Nasdaq renova máxima histórica

As bolsas de Nova Iorque encerraram o pregão desta terça-feira (9), em direções opostas, pressionadas, por um lado, pela baixa do petróleo, e, por outro, impulsionadas pela alta das ações de tecnologia.
Pela manhã, houve impulso positivo das negociações vindo da Europa, onde as bolsas subiram. Do outro lado do continente, o movimento foi influenciado ainda pela eleição de Emmanuel Macron para a presidência da França e dados positivos da balança comercial da Alemanha.
Porém, a perspectiva do petróleo era de baixa e as ações de companhias do setor se destacaram entre as quedas. A commodity recuou após o Departamento de Energia dos Estados Unidos (DoE, na sigla em inglês) revisar para cima a projeção de excesso de barris no mundo.
Os papéis da Chevron caíram 1,60% e da ExxonMobil cederam 0,70%. Com isso, o Dow Jones recuou 36,50 pontos (0,17%), encerrando em 20.975,78 pontos. O S&P 500 baixou 2,46 pontos (0,10%), terminando em 2.396,92 pontos.
Além do noticiário corporativo, pesou sobre os índices as perspectivas para a economia dos Estados Unidos. Alguns operadores citam a necessidade de dados mais firmes para comprovar a hipótese de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) deva elevar os juros mais duas vezes este ano.
"Este é um mercado que precisa de um conjunto sólido e inequívoco de dados econômicos para avançar com mais solidez", disse o estrategista-chefe de mercado da Prudential Financial, Quincy Krosby.
Na contramão, o Nasdaq renovou a máxima histórica. O índice subiu 17,93 pontos (0,29%), para 6.120,59 pontos. Grande parte do impulso veio das ações da Apple, que avançam com perspectivas positivas para a produção e vendas de iPhones comemorativos. Os papéis da empresa ganharam 0,64% na sessão.
Houve ainda estresse pontual nos mercados quando o embaixador da Coreia do Norte no Reino Unido, Choe II, afirmar à Sky News que o sexto teste nuclear do país asiático é "iminente". Local e data, porém, não foram informados.
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