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Porto Alegre, terça-feira, 16 de maio de 2017. Atualizado às 22h45.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 17/05/2017. Alterada em 16/05 às 21h13min

Vinhos de Portugal

Deputados Valdir Colatto (PMDB) e Mauro Pereira (PMDB)

Deputados Valdir Colatto (PMDB) e Mauro Pereira (PMDB)


ARQUIVO PESSOAL VALDIR COLATTO/DIVULGAÇÃO/JC
Empresários brasileiros estão investindo no mundo do vinho em Portugal. O país, com 750 empresas do setor, está atraindo empresários, que investem em quintas e lojas. Na opinião do deputado federal gaúcho Mauro Pereira (PMDB) é pela praticidade. E não "é só em Portugal, mas em outros países, como Chile, Argentina, Uruguai, e outras regiões da Europa". O parlamentar comemora que "nossa produção de vinho está crescendo, e a produção de uvas alcançou em 2016, 600 mil toneladas; o consumo, também, apesar da tendência de o brasileiro optar em consumir vinho importado". Ele acentua que "a qualidade do vinho nacional está cada vez melhor".
Consciência do brasileiro
Segundo o peemedebista, "uma das coisas que nos atrapalham é a consciência do brasileiro. Muitas vezes, ele chega nos restaurantes ou mesmo nos supermercados e compra vinhos importados com qualidade inferior à nossa, e até adulterado, e não compra nossos vinhos, que são melhores. Isso é um preconceito", critica.
Aumento do IPI
Mauro Pereira reclama: "nós tivemos o desprazer da última presidente, Dilma Rousseff (PT), que em 2015 aumentou o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e mudou a forma de cobrança, encarecendo ainda mais o nosso vinho". Para Mauro Pereira, além da conscientização dos consumidores para o consumo de vinho brasileiro, é importante o governo tomar algumas medidas. Ele tem realizado reuniões diversas com lideranças do setor e com o ministro Henrique Meirelles, além da Receita Federal, argumentando que, se o governo continuar explorando com impostos a produção para aumentar a arrecadação, a tendência é contrária. "Vai diminuir a arrecadação com a diminuição das vendas", disse.
Reforma trabalhista
"Justiça social é dinheiro no bolso do trabalhador", disse o ministro Ronaldo Nogueira (PTB), em entrevista, após defender a reforma trabalhista, em sessão de debates temáticos no plenário do Senado. Entre os pontos destacados pelo ministro em sua manifestação estão: consolidar direitos dos trabalhadores; trazer segurança jurídica para os acordos coletivos de trabalho, dando a eles força de lei; gerar empregos. Esses, segundo Nogueira, seriam os eixos fundamentais da reforma enviada pelo governo Michel Temer (PMDB). "O objetivo comum é dar garantias e proteção ao trabalhador."
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