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Porto Alegre, segunda-feira, 08 de maio de 2017. Atualizado às 22h42.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 09/05/2017. Alterada em 08/05 às 21h20min

Ameaças de Lula

A senadora gaúcha Ana Amélia (PP) criticou a postura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que, na sexta-feira passada, disse que, se eleito, vai mandar prender jornalistas que mentiram sobre ele, e que ameaçou juízes e procuradores da força-tarefa da Lava Jato. "Ameaçar juízes, procuradores e jornalistas que expõem a gravidade das acusações é bravata inaceitável e afronta ao Estado de Direito. Mostra o desespero do ex-presidente. Quem não deve, não teme", disse a senadora.
Reforma trabalhista
Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo no Senado, será o relator da proposta da reforma trabalhista na Comissão de Constituição e Justiça. Já na Comissão de Assuntos Econômicos, o relator é o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES). Duas peças importantes para o andamento da reforma trabalhista no Senado.
Maldade nunca vista
Na opinião do senador gaúcho Paulo Paim (PT), a reforma trabalhista aprovada pela Câmara dos Deputados deverá ser modificada no Senado. Ao criticar a proposta, Paim disse que o texto foi elaborado por instituições como a Confederação Nacional da Indústria e a Federação das Indústrias de São Paulo, e que os deputados votaram sem total conhecimento do conteúdo da reforma. Para Paim, é inaceitável, por exemplo, que o trabalhador de uma fábrica disponha de apenas trinta minutos para sair da linha de produção, entrar na fila do refeitório, almoçar, devolver a bandeja e voltar ao posto de trabalho. Ele classificou a medida como uma "maldade nunca vista contra o povo brasileiro. Isso é uma questão animalesca", enfatizou.
Fim ecológico
O destino final de cada um poderá ser mais ecológico. O deputado federal gaúcho Covatti Filho (PP) apresentou projeto de lei elencando medidas para evitar o chamado necrochorume, ou o líquido altamente tóxico que sai dos mortos. Para evitar a contaminação, o deputado propõe o uso de materiais que facilitem a decomposição do corpo. "Incluem-se entre as soluções possíveis o envolvimento do cadáver em manta protetora, o uso de bioenzimas e urnas feitas com material biodegradável." O projeto está aguardando que o presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano, deputado Givaldo Vieira (PT-ES), defina relator.
Legalização da grilagem
A medida provisória que trata da regularização fundiária está se mostrando um problema maior que o governo esperava. Por um lado, o Ministério Público Federal vê inúmeros problemas com a tentativa de buscar uma solução "de mais de 500 anos" com uma medida provisória. Por outro, a oposição vê como uma tentativa de legalizar a grilagem. "É uma forma que o agronegócio e as imobiliárias estão usando para regularizar as terras que muitos grilaram por este País afora", disse o deputado federal gaúcho Dionilso Marcon (PT).
 
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