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Porto Alegre, quinta-feira, 18 de maio de 2017. Atualizado às 23h11.

Jornal do Comércio

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Frases e Personagens

Notícia da edição impressa de 19/05/2017. Alterada em 18/05 às 21h14min

Frases e personagens

FELIPE SAMPAIO/SCO/STF/DIVULGAÇÃO/JC
"A situação política é preocupante, diante das revelações da delação da JBS. São tempos estranhos, muito estranhos, geradores de grande perplexidade nacional. E o Brasil, como nós estamos vendo, continua sangrando. E afastar um parlamentar eleito pelo povo (Aécio Neves, PSDB) é algo excepcional. E eu diria excepcionalíssimo." Marco Aurélio Mello, ministro do STF, sobre a decisão do ministro Edson Fachin.
"Mas o momento é de guardar os princípios. Nós temos uma Constituição, e ela precisa ser respeitada. Vamos aguardar para ver quais serão os próximos passos. Que sejam passos seguros e atendam, acima de tudo, aos anseios da sociedade." Também Marco Aurélio Mello.
"Decidi pelo afastamento do senador Aécio Neves (PSDB) do exercício das funções parlamentares ou de qualquer outra função pública. E mais duas medidas: a proibição de contatar outro investigado ou réu no conjunto de fatos revelados na delação da JBS; e a proibição de se ausentar do País." Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF.
"A Procuradoria da República se manteve firme na tarefa de revelar a corrupção político-partidária sistêmica que mina os esforços da população para trabalhar e crescer por méritos próprios. Não sejamos maniqueístas de achar que ou é o partido X, ou o partido Y o problema. Nem aceitemos a ideia de que precisamos encerrar as investigações, jogando tudo debaixo do tapete, em troca da recuperação econômica." Carlos Fernando dos Santos Lima, procurador federal, sobre a Lava Jato.
"Há reformas necessárias, mas a prioritária é a da anticorrupção. Ninguém mais aguenta toda essa podridão." Deltan Dallagnol, procurador-chefe da Lava Jato.
"Lideranças políticas que tinham convicção ou desconfiança do governo ilegítimo de Temer e seu ministério devem formar uma frente para buscar um novo patamar de estabilidade democrática para o País sair da crise. Pactuar a convocação de eleições diretas para presidente da República e para o Congresso Nacional." Tarso Genro (PT), ex-governador.
 
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