Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, domingo, 14 de maio de 2017. Atualizado às 20h33.

Jornal do Comércio

Empresas & Negócios

COMENTAR | CORRIGIR

Responsabilidade Social

Notícia da edição impressa de 15/05/2017. Alterada em 14/05 às 20h33min

Consórcio social cai na rede

Prepare-se para agir em colaboração daqui para frente

Prepare-se para agir em colaboração daqui para frente


JCOMP/Jcomp/Freepik/JC
Camila Silva
Há mais de quatro décadas, o Projeto Pescar atua como instrumento de transformação na vida de jovens em situação de vulnerabilidade social e econômica. O projeto formou 29 mil jovens com idades entre 16 e 19 anos em cursos técnicos nas áreas de gestão de negócios, informação e comunicação, produção industrial, gestão ambiental, controles e processos industrial e turismo, hospitalidade e lazer. Mais de 100 empresas integram a rede do Projeto Pescar, mas o objetivo é dobrar esse número. Para isso, os diretores do projeto planejam uma reformulação no modelo de atuação. A aposta, agora, é em um consórcio social entre empresas, organizações sociais e o setor público, que permita a ampliação no atendimento socioemocional.
No Brasil, o Projeto Pescar conta com 91 unidades e mais de 4,5 mil pessoas integram a rede. As unidades, em sua maioria, estão localizadas nas capitais e regiões metropolitanas. Com a reformulação, a iniciativa deve aumentar presença nas cidades do interior do Brasil uma vez que, a partir desse novo modelo, a administração de uma unidade poderá ser feita de forma compartilhada. "A melhor forma de chegarmos em municípios do interior do Estado é de forma colaborativa", afirma o superintendente do projeto, Ézio Rezende. A unidade de Parauapebas, cidade do interior do Pará, é a referência para o consórcio, uma vez que, desde sua criação, funciona de uma forma colaborativa. A empresa que administra o atendimento é de pequeno porte - apenas 30 pessoas integram o quatro de funcionários. A comunidade onde a empresa está inserida abraçou o projeto, e os administradores congregaram voluntários e empresas parceiras. Dessa forma, mais de 60 pessoas são voluntárias na unidade. "No Brasil, a maioria das ações sociais são realizadas nas capitais, porém, a população do interior também precisa de oportunidades", frisa Rezende.
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia