Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 21 de abril de 2017. Atualizado às 15h14.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

reforma da previdência

21/04/2017 - 15h12min. Alterada em 21/04 às 15h15min

Rodrigo Maia admite adiar votação da reforma da Previdência

Em função da forte resistência no Congresso ao texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já admite adiar a votação inicialmente prevista para o dia 8 de maio.
"Se possível vamos votar a matéria no dia 8 de maio, se não for possível, a partir do dia 15", disse ele nesta sexta-feira, 21, em Foz do Iguaçu, onde participa do 16º Fórum Empresarial organizado pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide).
Apesar de assumir que, hoje, o governo não tem votos suficientes para garantir a aprovação, Maia disse que não se trata de um adiamento.
Segundo ele, trata-se de um "aprofundamento na articulação" junto às bancadas para uma melhor compreensão do texto entregue nesta semana pelo relator, deputado Arthur Maia (PPS-BA).
"Não haverá adiamento, haverá articulação. E a votação quando estivermos a clareza da vitória. Essa não é uma matéria qualquer, que a gente pode perder no mérito. É uma matéria que é o coração do Brasil", disse.
Segundo o presidente, ainda há na cabeça dos deputados e da população uma "contaminação" do texto original. "Houve a interpretação equivocada de que os pobres estavam prejudicados, e não estavam porque a vinculação do salário mínimo nunca saiu", disse.
Responsável pela articulação do Planalto junto ao Congresso, o ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy (PSDB-BA), descarta o termo "adiamento", mas admite que há necessidade de uma discussão mais aprofundada do texto. "É preciso maturar melhor a discussão de um texto complexo que foi entregue nesta semana."
Em seu discurso, Imbassahy disse que o texto original tinha uma previsão de economia de R$ 830 bilhões em 10 anos, "duro de roer". "Tinha coisas ali que era realmente difícil de conseguir o voto do parlamentar", disse. Segundo ele, se aprovado o texto do jeito que está, depois das concessões feitas pelo governo no texto original, a economia será de 75% do valor original.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia