Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 06 de abril de 2017. Atualizado às 23h55.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

Operação Lava Jato

Notícia da edição impressa de 07/04/2017. Alterada em 06/04 às 23h55min

'Já cruzamos metade do rio', diz Moro ao Clarín

Sérgio Moro se incomoda um pouco com o que chama de 'críticas não procedentes'

Sérgio Moro se incomoda um pouco com o que chama de 'críticas não procedentes'


FABIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL/JC
O juiz Sérgio Moro, que esteve em Buenos Aires, nesta semana, para uma conferência na Universidade Católica Argentina (UCA), disse ao jornal Clarín que é difícil estimar um tempo para o fim dos casos relacionados à Operação Lava Jato, mas que já cruzou a "metade do rio". Ele disse, porém, que, na primeira instância, os processos dos quais é responsável estão levando de seis meses a um ano. Sem citar Eduardo Cunha (PMDB), o juiz deu o exemplo do ex-presidente da Câmara, que começou a ser investigado em setembro do ano passado e foi julgado na semana passada.
"O problema é que vão surgindo provas de novos acontecimentos, e por isso falo de uma corrupção sistêmica, não isolada", afirmou o magistrado, que disse ter se incomodado um pouco com o que chama de "críticas não procedentes". "Apesar de a opinião pública brasileira estar, majoritariamente, a favor das operações, há uma minoria mais crítica que às vezes incomoda. Principalmente quando se tenta relacionar meu trabalho como se tivesse uma intenção político-partidária."
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia