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Porto Alegre, quarta-feira, 12 de abril de 2017. Atualizado às 00h34.

Jornal do Comércio

Opinião

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artigo

Notícia da edição impressa de 12/04/2017. Alterada em 11/04 às 20h25min

Olhos e ouvidos para a informação local!

Orestes de Andrade Jr.
"Zapeando" em frente à tevê, predomina nos canais abertos ou fechados a programação importada em quase todos os gêneros. Efeito globalização? Mais que isso: é o resultado da excessiva comercialização sobre conteúdo no meio televisivo. Mas, afinal, e a notícia aqui da minha cidade? Do meu bairro? Onde encontrar? Esse questionamento trouxe comigo ao assumir a presidência da Fundação Piratini há 100 dias. Desde o princípio, optamos por não fazer nenhuma grande revolução. O foco sempre esteve em dar maior visibilidade aos tradicionais programas da TVE. E, claro, à produção local! É isso que busquei ao alterar a grade de programação da emissora. Dar relevância ao conteúdo local produzido pela emissora dos gaúchos. São quatro horas diárias, de segunda a sexta-feira, das 18h às 22h. No chamado horário nobre, aquele em que a maioria das pessoas está em casa disponível para assistir televisão.
É uma iniciativa simples, mas que certamente dá maior ressonância à produção do nosso canal. Uma prova foi a boa audiência - e repercussão - do dia da estreia. A TVE foi a primeira rede no Estado a transmitir um programa inteiro ao vivo pelo Twitter, pela web e pelo Facebook.
Investimos mais de R$ 200 mil na compra de equipamentos, novos cenários e recursos técnicos. Tudo para valorizar mais a produção de conteúdo local da TVE. Ao invés de criarmos novos nomes de programas, resgatamos na história da emissora o TVE Esportes, o Panorama, o Debate TVE, o Consumidor em Pauta e o Memória TVE. É mais uma prova do respeito que temos com o passado da emissora.
Tratamos as pautas do dia com a profundidade que merecem, abordando todas as variações, implicações e repercussões. Por meio da rede de parceiras, que conta com mais de 40 TVs universitárias, comunitárias e independentes do Rio Grande do Sul, amplificamos nossa meta de prestar serviços, sobre empregos, cidadania, empreendedorismo e educação, entre outros. Afinal, uma emissora com finalidade de estender a comunicação pública, precisa também, ter um olhar para nossa terra, nossa gente.
Jornalista, presidente da Fundação Piratini
 
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