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Porto Alegre, quinta-feira, 20 de abril de 2017. Atualizado às 17h53.

Jornal do Comércio

Economia

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Trabalho

20/04/2017 - 17h28min. Alterada em 20/04 às 17h59min

Brasil perdeu mais de 63,6 mil vagas formais de emprego em março, diz Caged

Comércio foi o setor da economia que mais fechou postos de trabalho em março

Comércio foi o setor da economia que mais fechou postos de trabalho em março


MAURO SCHAEFER/ARQUIVO/JC
O Brasil perdeu 63.624 vagas formais de emprego em março deste ano, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, divulgado nesta quinta-feira (20). No trimestre, o Brasil registra fechamento líquido de 64.378 empregos. Em março do ano passado, o saldo foi negativo em 118.776 vagas.
O comércio foi o setor da economia que mais fechou postos de trabalho em março, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. No mês passado, houve saldo líquido negativo de 33.909 empregos nesse setor.
Em seguida, o segmento de Serviços foi o segundo com a maior contribuição negativa: 17.086 postos em março. Segundo o Ministério do Trabalho, a construção civil também contribuiu negativamente, com 9.059 postos fechados.
Outros segmentos da economia que também tiveram fechamento de postos foram a indústria da transformação (-3.499 empregos) e agricultura (-3.471 postos). Por outro lado, a administração pública terminou março com abertura líquida de 4.574 postos de trabalho.

Rio Grande do Sul abriu mais de 5 mil vagas no mês passado

O Estado gaúcho registrou saldo positivo de 5.236 vagas aberta em março deste ano, segundo os dados do Caged. A variação foi positiva em 0,21%, com abertura de 107.379 empregos celetistas e fechamento de 102.143. Este é o terceiro mês seguido de saldo positivo no emprego com carteira assinada no RS - com janeiro com alta de 0,32% e fevereiro também com alta, de 0,42%.
Entre os setores que mais abriram vagas estão o da Indústria de Transformação, que respondeu pela maioria dos empregos gerados, com 5.214 novas vagas, e o Comércio, com 1.454 empregos criados. Os setores de Agropecuária (893 empregos a menos) e Construção Civil (saldo de 522 demitidos) foram os que mais demitiram.
No ano, a variação total de empregos no Rio Grande do Sul é de 0,97%, com 24,6 mil novas vagas. No acumulado de 12 meses, contudo, a variação é negativa (-1,86%), com mais de 48 mil demitidos.
Com informações do Estadão Conteúdo.
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