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Porto Alegre, quinta-feira, 20 de abril de 2017. Atualizado às 17h23.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 20/04 às 17h26min

Petróleo fecha sem direção única, com novo acordo da Opep e produção nos EUA

Os contratos futuros de petróleo operaram com volatilidade durante boa parte do dia, alternando entre altos e baixos após terem registrado uma forte queda na sessão anterior devido ao aumento na produção dos Estados Unidos na semana passada. Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para junho fechou em queda de 0,28%, a US$ 50,71 por barril; já o contrato para maio, cujo vencimento se deu nesta quinta-feira, recuou 0,34%, a US$ 50,27 por barril.
O petróleo tipo Brent para junho, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), fechou em alta de 0,11%, a US$ 52,99 por barril.
Os preços do petróleo recuaram perto de 4% na quarta-feira, sendo a maior queda para os contratos desde 8 de março. O declínio foi impulsionado pela alta nos estoques de gasolina e pela nona alta consecutiva na produção americana, para o maior patamar em 20 meses.
No início da manhã desta quinta-feira, 20, o ministro de Energia da Arábia Saudita, Khalid al-Falih, afirmou que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) fechou um acordo preliminar para estender os cortes na produção do grupo. Pelo pacto atual, que foi acordado em novembro, a Opep vem buscando reduzir sua produção em cerca de 1,2 milhão de barris por dia ao longo do primeiro semestre do ano.
De acordo com Falih, a extensão é necessária, mas talvez não dure por mais seis meses. Além disso, ele afirmou que o acordo preliminar não foi ratificado por todos os membros do cartel.
"A Arábia Saudita fez um bom trabalho ao utilizar sua retórica. Cada vez que esse mercado parece estar em apuros, os sauditas e a Opep fazem um bom trabalho para obter comentários de apoio", disse Michael Hiley, trader da LPS Futures LLC.
A reunião da Opep que irá decidir sobre a extensão na redução da oferta será em maio. 
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