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Porto Alegre, quinta-feira, 20 de abril de 2017. Atualizado às 00h50.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

Notícia da edição impressa de 20/04/2017. Alterada em 20/04 às 00h49min

FMI condiciona superávit em 2020 a reformas e teto

Para este ano, déficit previsto é de 2,3% do PIB, contra 2,5% em 2016

Para este ano, déficit previsto é de 2,3% do PIB, contra 2,5% em 2016


/MANDEL NGAN/AFP/JC
O Fundo Monetário Internacional (FMI) afirma, em novo relatório, que a aprovação da PEC que limita os gastos públicos nos próximos 20 anos e a possível concretização de reformas, como a da Previdência, devem ajudar a reduzir o déficit primário do Brasil nos próximos anos. A previsão, no entanto, é que o País só volte a ter superávit primário em 2020, quando alcançará um resultado positivo relativo a 0,7% do PIB.
Neste ano, o déficit previsto é de 2,3% do PIB (contra 2,5% em 2016). A redução gradual passará por déficits de 1,1% do PIB em 2018 e 0,2% em 2019. Para 2022, a previsão é de superávit de 1,6% do PIB. "A emenda constitucional adotada no fim de 2016, que estabelece um teto para os gastos federais em termos reais para as próximas duas décadas, deve ser complementada por uma reforma de seguridade social, que as autoridades apresentaram ao Congresso e planejam adotar neste ano", diz o documento Monitor Fiscal. "No médio prazo, o congelamento de gastos em termos reais vai ajudar a reduzir o déficit em um ritmo relativamente rápido, apesar de que a dívida pública deve continuar a subir por muitos anos."
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