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Porto Alegre, quarta-feira, 19 de abril de 2017. Atualizado às 21h52.

Jornal do Comércio

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Notícia da edição impressa de 20/04/2017. Alterada em 19/04 às 16h59min

Moda e sustentabilidade

Fashion Revolution discute impacto social e ambiental do consumo de roupas

Fashion Revolution discute impacto social e ambiental do consumo de roupas


FERNANDO PICCOLI/DIVULGAÇÃO/JC
Com uma programação voltada a debater o consumo responsável e a ética na produção varejista, ocorre, na segunda-feira, o Fashion Revolution Day. Organizado pelo Núcleo de Moda Sustentável da Ufrgs, a palestra de abertura começa às 18h30min, no Átrio do Santander Cultural (Sete de Setembro, 1.028 - entrada pela Siqueira Campos). A temática Money fashion power é também tema do evento neste ano e visa debater acerca do fluxo de dinheiro na cadeia produtiva da moda, com o objetivo de conscientizar sobre a exploração do trabalho escravo no setor e despertar para a conscientização rumo a uma moda sustentável.
O movimento Fashion Revolution teve origem em Londres e começou após uma tragédia ocorrida em 24 de abril de 2013, em Dhaka, Bangladesh. Na data, 1.134 pessoas morreram e mais de 2.500 ficaram feridas enquanto trabalhadores, a maioria mulheres, preparavam roupas para grifes conhecidas em condições subumanas. A partir do desastre, surgiu a conscientização, e o ideal de uma moda mais justa e sustentável começou a se disseminar com o nascimento do Fashion Revolution e o questionamento sobre "Quem fez minhas roupas?". A mobilização se tornou mundial e ocorre em mais de 90 países e 15 cidades brasileiras.
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