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Porto Alegre, terça-feira, 11 de abril de 2017. Atualizado às 21h47.

Jornal do Comércio

JC Contabilidade

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Legislação

Notícia da edição impressa de 12/04/2017. Alterada em 11/04 às 21h36min

Presidente do TST apoia fim de imposto sindical

Gandra defende um novo modelo de contribuição aos sindicatos que não seja obrigatório

Gandra defende um novo modelo de contribuição aos sindicatos que não seja obrigatório


Marcelo Camargo/ABR/JC
A proposta do relator da reforma trabalhista, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), de acabar com a obrigatoriedade do imposto sindical ainda divide o governo do presidente Michel Temer (PMDB), mas conta com o respaldo de representantes da Justiça do Trabalho. O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra Filho, defendeu o fim do imposto sindical compulsório da forma como é hoje.
A questão é polêmica e os sindicatos acreditam que vão perder força na representação dos trabalhadores. Hoje, todo cidadão empregado com carteira assinada paga o tributo, independentemente de ser filiado a uma entidade de classe. O valor é equivalente a um dia de trabalho por ano. Gandra defende um novo modelo de contribuição aos sindicatos, que não seja obrigatório. O trabalhador teria a opção de, 10 dias antes da data estipulada para o desconto, ser contrário ao pagamento da taxa, que estaria atrelada à negociação coletiva e seria equivalente a, no máximo, um dia de trabalho.
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