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Porto Alegre, domingo, 16 de abril de 2017. Atualizado às 22h12.

Jornal do Comércio

Empresas & Negócios

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finanças pessoais

Notícia da edição impressa de 17/04/2017. Alterada em 11/04 às 15h59min

Emprestar nome pode custar caro

Empresas & Negócios - dívida - aperto - divulgação kenteegardin via VisualHunt

Empresas & Negócios - dívida - aperto - divulgação kenteegardin via VisualHunt


/KENTEEGARDIN VIA VISUALHUNT/DIVULGAÇÃO/JC
Ajudar amigos ou parentes a pagar um dívida pode significar uma grande dor de cabeça. Nos últimos 12 meses até março, 17% dos consumidores que ficaram com nome sujo entraram na lista de inadimplentes ao pegar empréstimo para conhecidos, segundo levantamento do birô de crédito SPC Brasil. A boa vontade pode custar caro: só em 3,4% dos casos a dívida foi totalmente paga. Por outro lado, 41,2% dos que emprestaram o nome ficaram a ver navios e tiveram que arcar com o prejuízo -em média, de R$ 1.215,24.
Foi o caso da funcionária pública S.G.C., 41, de Cuiabá (MT), que pediu anonimato. Ela emprestou dinheiro para um amigo comprar um carro. A aquisição ocorreu, mas o amigo não fez seguro para o veículo, que foi roubado. O amigo, então, parou de pagar as prestações do veículo, e a funcionária pública foi incluída no cadastro de inadimplentes. Para limpar o nome, ela negociou um empréstimo em 36 vezes com a mesma financeira. "Para mim, não faz mais diferença, é uma pessoa que não pode mais contar comigo. Não vou mais emprestar o nome", diz.
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