Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 17 de março de 2017. Atualizado às 09h30.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

Estados Unidos

Alterada em 17/03 às 09h30min

Ação militar contra a Coreia do Norte é uma opção, diz EUA

O secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson disse nesta sexta-feira (17), que pode ser necessário tomar uma ação militar preventiva contra a Coreia do Norte se a ameaça de seu programa de armas nucleares atingir um nível "que acreditamos requerer ação".
Tillerson descreveu uma estratégia mais dura para enfrentar a ameaça nuclear da Coreia do Norte depois de visitar a fronteira mais fortemente armada do mundo entre as rivais Coreia do Norte e Coreia do Sul.
Questionado sobre a possibilidade de usar a força militar contra o Norte, Tillerson disse em uma coletiva de imprensa na capital sul-coreana, que "todas as opções estão na mesa".
Ele disse que os EUA não querem um conflito militar, "mas obviamente se a Coreia do Norte tomar medidas que ameacem as forças sul-coreanas ou nossas próprias forças, daremos uma resposta adequada. Se elevarem a ameaça de seu programa de armas a um nível que acreditamos requerer ação, esta opção está na mesa", disse ele.
Mas ele disse que, tomando outras medidas, incluindo sanções, os EUA tinham a esperança de que a Coreia do Norte possa ser persuadida a seguir um caminho que não precise chegar a este ponto.
A Coreia do Norte acelerou o seu desenvolvimento de armas, violando várias resoluções dos Estados Unidos e do Conselho de Segurança da ONU. O Norte conduziu duas explosões em testes nucleares e 24 explosões de míssil balístico no ano passado. Especialistas dizem que poderia ter um míssil com ponta nuclear capaz de chegar aos EUA dentro de alguns anos. 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia