Restaurante Kido, na BR-101, o ponto de encontro das caronas que a nossa repórter pegou Restaurante Kido, na BR-101, meu ponto de encontro das caronas Foto: Roberta Fofonka/Especial/JC/

Fui de BlablaCar até Santa Catarina

Saiba como funciona o app de caronas

Fevereiro em Porto Alegre. Não tenho piscina em casa. Um grupo de amigos me convida para passar o fim de semana em Santa Catarina. Mas, peraí: não sei dirigir e o salário está mais curto por causa do adiantamento de férias. Me pareceu a oportunidade perfeita para testar os apps de carona. (Ou perder o receio de usá-los.) Na minha primeira vez com o Blablacar, fui com um casal muito querido até Imbituba, por R$ 54,00 - o que custaria cerca de R$ 77,00 em ônibus de linha. Na conversa do chat já dá para sentir o estilo do condutor ou condutora. Uma vez que a reserva é solicitada e aceita, os contatos de número de telefone e e-mail ficam disponíveis para combinar os detalhes, como ponto de encontro e ajustes de horário se for necessário.
Para voltar, peguei novamente um carro que tinha mais outros dois passageiros, e que custou R$ 64,00. (Ou seja, só aqui o motorista faturou R$ 192,00, equivalente a mais de um tanque cheio.)
O app requer confirmações de número de telefone, e-mail, documentação. E seguidamente manda alertas para você completar o seu perfil e, por isso, ser considerada uma pessoa mais confiável dentro da rede. Depois da viagem cumprida, é hora de categorizá-la, numa escala de 'Excelente' a 'Ruim'. Além disso, você faz uma avaliação por escrito, que o condutor só recebe se faz uma de você também. A segurança você vai adquirindo gradativamente. Nem todas as experiências serão tão legais - como na vez que fui com uma motorista que só escutava músicas que não curto. Mas até aí tudo bem, né.
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