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Porto Alegre, segunda-feira, 27 de março de 2017. Atualizado às 14h36.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 27/03 às 14h42min

Bolsas da Europa fecham em baixa após Trump ficar sem apoio de republicanos

As bolsas europeias fecharam em baixa nesta segunda-feira,  após o presidente dos EUA, Donald Trump, não conseguir apoio republicano suficiente para aprovar um novo projeto de saúde que revogaria e substituiria o Obamacare, minando assim sua capacidade de dar continuidade a outras promessas como um corte maciço de impostos, investimentos em torno de US$ 1 trilhão em infraestrutura e desregulamentação de bancos.
A Bolsa de Londres fechou em baixa de 0,59%, aos 7.293,50 pontos; Paris caiu 0,07%, aos 5.017,43 pontos e Frankfurt perdeu 0,57%, aos 11.996,07 pontos. Já a Bolsa de Milão teve queda de 0,32%, aos 20.124,19 pontos; Madri desvalorizou 0,06%, aos 10.302,90 pontos, enquanto a Bolsa de Lisboa subiu 0,69%, aos 4.720,33 pontos.
O setor de recursos básicos foi um dos mais penalizados. Com o enfraquecimento generalizado do dólar devido ao efeito Trump, a libra subiu com força - atingindo o nível mais alto em dois meses - e pesou nas mineradoras, que foram prejudicadas ainda pela queda do preços do cobre. Em Londres, a ArcelorMittal perdeu 7,48%, a Antofagasta caiu 4,70% e a BHP Billiton recuou 3,86%.
Por outro lado, com os investidores em busca de ativos de segurança, os mineiros de metais preciosos Randgold e Fresnillo tiveram alta de 0,21% e 0,32%, respectivamente.
A preocupação de que a desregulamentação bancária nos EUA também poderá demorar para sair ou quem sabe ficar até ficar travada por um tempo, pesou nas ações de bancos. Em Londres, o Barclays caiu 1,21% e em Frankfurt, o Commerzbank recuou 0,11%, enquanto o Unicredit perdeu 1,11% em Milão.
Entre os indicadores do dia, a base monetária (M3) da zona do euro, uma ampla medida do dinheiro disponível no bloco, subiu 4,7% em fevereiro ante igual mês do ano passado, depois de avançar 4,8% em janeiro, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pelo Banco Central Europeu (BCE). O resultado de fevereiro veio abaixo da expectativa de analistas consultados pelo Wall Street Journal, que previam ganho de 4,9%.
Na Alemanha, o índice de sentimento das empresas subiu para 112,3 em março, de 111,1 em fevereiro, atingindo o maior nível desde julho de 2011, segundo o instituto alemão Ifo. O resultado surpreendeu analistas consultados pelo Wall Street Journal, que previam estabilidade do indicador a 111, leitura original de fevereiro. Mesmo assim, o dado não ajudou no humor do mercado. 
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