Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 17 de março de 2017. Atualizado às 13h36.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Conjuntura

Alterada em 17/03 às 13h38min

Projeção é que ao fim do ano a inflação esteja abaixo de 4%, diz Temer

O presidente da República, Michel Temer, citou nesta sexta-feira (17) pela primeira vez em seu discurso em evento na Confederação Nacional da Indústria (CNI) em São Paulo, as projeções do mercado dando conta de que a taxa de inflação no País encerrará o ano abaixo de 4%. De acordo com ele, a queda da inflação é mais um indicador do restabelecimento da confiança na economia.
Nos discursos anteriores, o presidente vinha falando na convergência da média dos preços ao consumidor para próximo do centro da meta, que é de 4,5%.
"Estamos começando a restabelecer a confiança no País. Vejam, convenhamos, a inflação caiu de 10,7% para no fim do ano 6,29% e hoje está em 5,2%. E a projeção é que ao final do ano estará abaixo de 4%, sendo que o centro da meta é 4,5%; e isso num tempo curtíssimo", disse Temer.
Ele reiterou que a trajetória dos juros tem sido de baixa. "A Selic vem caindo e os juros começam a cair e vão cair", disse o presidente para uma plateia de empresários do setor industrial.
Temer acrescentou que seu governo vem praticando atos de diálogos com o Congresso e a sociedade."Temos a tese da responsabilidade fiscal ao lado da responsabilidade social. A fiscal vem por gestos que nós estamos tomando", disse, citando a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), a reforma do ensino médio e a readequação das leis trabalhistas.
"Tudo isso faz parte da responsabilidade fiscal, mas na social também nós tínhamos ciência e consciência de que muitas famílias estão endividadas. Dias após, vimos que as contas inativas do FGTS poderiam ser liberadas sem prejudicar os financiamentos naturais que o FGTS faz, por exemplo, para a construção civil. Então liberamos o fundo de garantia e os senhores têm visto que tem sido uma festa", disse Temer.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia