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Porto Alegre, sexta-feira, 17 de março de 2017. Atualizado às 07h53.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 17/03 às 07h58min

De olho em reunião do G-20, bolsas asiáticas fecham sem direção única

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta sexta-feira (17), à espera da reunião de ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais do grupo das 20 economias mais industrializadas (G-20), na cidade alemã de Baden-Baden.
Há uma expectativa de que o Secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, pressione outros países a valorizarem suas moedas durante o encontro do G-20, que começa hoje e será encerrado neste sábado.
Segundo analistas, o interesse é saber como China e Japão reagirão à possível investida de Mnuchin. Recentemente, o presidente americano, Donald Trump, acusou ambos os países asiáticos de manipularem suas taxas de câmbio.
Como resultado, os negócios de hoje foram marcados por cautela em algumas partes da Ásia. No mercado japonês, o índice Nikkei teve baixa de 0,35%, encerrando o pregão a 19.521,59 pontos.
Na China, o Xangai Composto caiu 0,96%, sua maior queda desde o início do ano, a 3.237,45 pontos, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto recuou 0,81%, a 2.029,73 pontos. A maior parte das perdas nas bolsas chinesas veio na última hora da sessão, em meio a rumores de que Pequim planeja adotar regras mais severas para investimentos em imóveis e preocupações com o endurecimento do combate a operações especulativas.
Outros mercados da Ásia, porém, tiveram desempenho positivo hoje. Em Hong Kong, o Hang Seng mostrou alta marginal de 0,09%, a 24.309,93 pontos, renovando o maior nível em 19 meses, enquanto o índice sul-coreano Kospi subiu 0,67% em Seul, a 2.164,58 pontos, o Taiex registrou ganho de 0,72% em Taiwan, a 9.908,59 pontos, e o filipino PSEi avançou 0,91% em Manila, a 7.345,02 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana ficou no azul pelo quarto dia seguido, impulsionada por papéis de grandes banco do país. O S&P/ASX 200 subiu 0,2% em Sydney, a 5.799,60 pontos, alcançando o maior patamar desde 22 de fevereiro. 
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