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Porto Alegre, terça-feira, 14 de março de 2017. Atualizado às 15h52.

Jornal do Comércio

Economia

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aviação

Alterada em 14/03 às 15h53min

Gol prevê início de retomada do mercado aéreo no 2º semestre

O diretor-presidente da Gol, Paulo Kakinoff, avalia que o setor aéreo brasileiro deverá permanecer relativamente estável ao longo do primeiro semestre de 2017 na comparação com os números vistos em 2016, com a retomada tendo início a partir da segunda metade do ano.
O executivo, no entanto, pondera que os impactos da recessão ainda levarão tempo para passar e que o retorno aos níveis de 2013 e 2014 não ocorrerá imediatamente. "Para nós, a recuperação será relativamente lenta", disse Kakinoff, durante participação no Forum Panrotas, em São Paulo.
O diretor-presidente da Gol ainda afirmou que, em termos de perspectivas para 2017, a empresa enxerga um cenário de estabilização da economia e da moeda e um aumento na confiança do consumidor. Tais prognósticos, contudo, não implicam num relaxamento da disciplina de oferta por parte de empresa.
"A boa notícia é que não acreditamos na necessidade de reduções significativas (na oferta) nos próximos um ou dois anos", disse. "Mas o mercado ainda não está pronto para uma adição de capacidade importante, e se não houver equilíbrio, todos perdemos. A disciplina na gestão de capacidade, no setor como um todo, deve ser a prioridade número um."
Ao comentar a decisão da Justiça Federal que impede, em caráter liminar, o início da cobrança por bagagem despachada pelas companhias aéreas, Kakinoff limitou-se a dizer que a Gol e o setor aéreo como um todo defendem o regime pleno de liberdade tarifária.
O executivo lembrou que a migração do regime de tarifas fixas para o de liberdade tarifária permitiu uma queda no preço médio das passagens aéreas, e afirmou que a permissão para que as companhias decidam a melhor estratégia na cobrança da bagagem despachada aumenta a competição e, consequentemente, beneficia o consumidor.
"É um anacronismo a discussão que impede que o regime seja implantado de forma plena", disse Kakinoff, usando o mesmo termo escolhido pelo presidente da Abear, Eduardo Sanovicz, ao comentar a decisão da Justiça que suspendeu o início da cobrança por bagagens hoje. "Os anúncios de como as companhias iriam se portar ante a cobrança de bagagem são totalmente distintos, o que denota a briga entre as empresas para trazer pacotes mais atrativos ao cliente."
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